<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283</id><updated>2012-02-11T08:25:37.217-02:00</updated><category term='calor'/><category term='ão'/><title type='text'>Regina Carvalho</title><subtitle type='html'>Borboleta

Se um dia eu fosse amada, como uma borboleta dourada no esplendor da natureza | Talvez quem sabe eu seria mais doce, mais encantada do que na verdade sou… | Talvez se tivesse a certeza de um amor verdadeiro, transformar-me-ia em um canteiro e quem sabe… Rosas daria!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>370</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7441853627449132513</id><published>2012-02-10T23:25:00.005-02:00</published><updated>2012-02-11T08:25:37.221-02:00</updated><title type='text'>PENSANDO NISTO E NAQUILO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Diante de um inicio de ano meio que tumultuado com a grevedos policiais militares na Bahia, desabamentos de prédios no Rio e São Paulo,chuvas torrenciais para todos os lados no sudeste e norte, assassinatos,chacinas, crimes passionais e suicídios como o que ocorreu há poucos dias com afigura emblemática de Sapoti, em Itaparica,&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;e se não bastasse ainda estar adentrando em um ano eleitoral, restando-me acerteza absoluta de que eu, assim como qualquer outra pessoa, precisa revervalores e posturas senão para com o intuito de algo poder amenizar na própriamente, pelo menos para com a lucidez compreensiva, ir vivendo cada dia buscando,seja com os parceiros, filhos, vizinhos, patrões ou empregados, um convivermenos traumático, estressante e absolutamente idiota, se não nos esquecermos denossas finitudes que sem hora e dia marcados, certamente virá nos dizer olá, eaí... bem... aí de que mesmo valeu tantas perdas de tempo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pelos mortos, pessoalmente nada mais podemos fazer, mas pornós, ah! Nem é bom imaginar muito, pois certamente nos faltaria tempo terrenopara vivenciar a infinidade de gozos pelos quais poderíamos nos dar aodesfrute.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nesta semana, mais uma vez participei como assistente de umamesa redonda, onde a pauta era os direitos humanos, cujo foco era a intolerânciaàs diversidades em geral, mas que abordou maciçamente a causa negra e ahomofobia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pensei, então, no quanto ao longo de mais de um século essestemas foram alvo de lutas em prol de direitos que infelizmente jamais aconteceramcom plenitude, única e exclusivamente porque o cerne de tais questões precisa seradequado á realidade de que somos todos maravilhosamente ou diabolicamentediferentes e que somente através de um consenso onde o “respeito” nortearánovas condutas e então poder-se-á sentir, desejar e verdadeiramente querer-secompreender o significado complexo, mas gratificante e acolhedor, do estado dedireito, merecidamente um direito de todo ser vivo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Porque ao não respeitarmos seja o outro, os animais, asnossas obrigações profissionais, os sentimentos coletivos e toda e qualquerrelação que no cotidiano exercitamos uns com os outros ou com todas as coisasque abastecem a vida, o mundo e o nosso universo pessoal também eprincipalmente nos flagelamos, descumprindo a única tarefa que nos cabe, que éjusto a preservação da dignidade de nós mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Quando cumprimos nosso trabalho com satisfação, decência,ética, oferecendo o nosso melhor, não deveríamos estar crendo que estadedicação só beneficiará o nosso patrão, a empregados, família, além do tudo omais que cremos estejam nos cobrando, mas acima de tudo estaremos polindo anossa autoestima, oferecendo a nós o respeito que merecemos, assim como odireito de nos sentirmos pessoas melhores e consequentemente ao tudo mais queconosco interage.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Este princípio é básico e fundamental, simples e determinante,mas acima de tudo uma constante irrigação de amparo ao direcionamento de nossaspassadas existenciais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Portanto, pensava então enquanto ouvia as distintasprofessoras, explanando sobre leis e lutas que tudo é muito teórico, porqueverdadeiramente na prática onde ocorrem as diferenças, as mazelas e asagressões sejam individuais ou de grupo, todos se sentem com direitos, masninguém, seja agressor ou vítima, se sente verdadeiramente respeitado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E aí, como eu posso esperar receber de alguém algo que sequerpoderei identificar? Como poderei ofertar o que sequer jamais possuí?Geralmente, cremos que sabemos muito, pelo menos disto ou daquilo. Somosarrogantes em nossas afirmativas e cruéis com as nossas conquistas frente aodespreparo que sempre cremos existir no outro, no sistema e na vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Que tal acordarmos para a certeza de que afinal somos nós quenão partilharmos com o outro, somos nós que criamos e mantemos o sistema talqual ele se apresenta, sem qualquer resquício maior de respeito seja lá em queestágio dele venhamos a necessitar, e quanto a vida, ah! Com certeza, somos nósque a determinamos passo a passo com a nossa contumaz arrogância em crermos queesta, pelo menos para nós, jamais se findará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pense nisso, e se fizer sentido, comece sendo gentil,simpático e solidário e, provavelmente, o seu universo pessoal vai agradecer esua morada, que é sua mente, agradecerá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7441853627449132513?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7441853627449132513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/02/pensando-nisto-e-naquilo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7441853627449132513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7441853627449132513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/02/pensando-nisto-e-naquilo.html' title='PENSANDO NISTO E NAQUILO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3799569042565289339</id><published>2012-01-24T19:42:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T19:48:10.063-02:00</updated><title type='text'>MUDAR, COMO?</title><content type='html'>&amp;nbsp;Se não bastasse o fato concreto de que conscientemente sabemos que tudo, absolutamente tudo, que foi realizado pelos políticos&amp;nbsp;anteriores e que&amp;nbsp;poderiam ter feito mais e melhor, principalmente em respeito ao cidadão, ainda somos obrigados a nos calar, porque herdamos os medinhos dos poderes absolutistas e coronelistas ou qualquer&amp;nbsp;"ista" com os quais possamos nos desculpar ou, na melhor das hipóteses, para não nos vermos solitariamente expostos ao sol do abandono&amp;nbsp;desértico no qual nossos amigos e vizinhos nos deixarão, na intenção única de proteção pessoal, e aí, mudar como?&lt;br /&gt;Somos os mesmos e eles ( os&amp;nbsp;políticos ) também, mesmo que estejam ou tenham estado escondidinhos, longe das nossas vistas.&lt;br /&gt;Quietinha no meu canto, aprecio as bandas passarem, cada qual no seu próprio ritmo e instrumentos pessoais&amp;nbsp;e, no entanto, constato sem surpresas que apesar de parecerem diferentes, pouco se diferenciam das bandas já conhecidas, porque, afinal, estar no poder já está provado que&amp;nbsp;é, acima de tudo, se tornar igual a tudo e a todos que por ele já passou. &lt;br /&gt;As figuras se transformam em cópias xerocadas das mesmices continuadas em sistematicamente&amp;nbsp;oferecerem o mínimo e colherem em&amp;nbsp; compasso acelerado&amp;nbsp;o máximo. &lt;br /&gt;Olhem ao redor e digam se estou delirando.&lt;br /&gt;Cala a boca, Regina, afinal o que a senhora entende de política e ainda por cima local?&lt;br /&gt;- Aqui em nossa terra só mesmo nós para&amp;nbsp;sabermos,&amp;nbsp;a senhora é de fora ......&lt;br /&gt;Lavou-me a cara um certo cidadão, há alguns poucos anos passados.&lt;br /&gt;A partir daí, passei a exercitar com mais afinco o meu esporte favorito, que é justo observar e pensar a respeito, vislumbrando entre as névoas da inconsequência social e a ignorância existencial, uma fascinante luz que chamo de paixão que sinto por esta terra bendita que me acolheu, que tem sido capaz de me restaurar dia após dia, injetando em mim aquele reflexo que transcende a razão corriqueira, despertando e mantendo em permanente vibração aquela vontade aparentemente louca de ser e de querer algo melhor para esta Ilha de Sol Ardente, águas mornas e gente bonita que tenho aprendido a querer bem.&lt;br /&gt;Penso então que neste "Pedacinho de Brasil" ( plagiando o slogam de Amargosa, aliás, bem apropriado&amp;nbsp;à esta Ilha) não há lugar para posturas estáticas, fundamentalismos arcáicos, exigindo de cada cidadão que se intitula formador de opinião, atitudes respeitosas, mas firmes quanto&amp;nbsp;à irradicação de uma miséria histórica, mas, sobretudo, vergonhosa a todos nós.&lt;br /&gt;Concluí em minhas solitárias interlocuções pessoais e com&amp;nbsp;as minhas escritas que não poderei jamais, respeitar,&amp;nbsp;aplaudir, votar e consentir com a minha omissão&amp;nbsp;que um gestor de um município tão pequeno como o nosso, não considere as escolas e os professores suas prioridades administrativas, já que a partir destes dois aspectos, tudo se origina, seja para pior ou para melhor no contexto civilizatório dos direitos humanos.&lt;br /&gt;Penso que precisamos ser mais que rôbos sistêmicos programados a tão somente garantir prestígio, status, poder e muita grana aos nossos "escolhidos", hei!... o mundo vem mudando velozmente nos últimos 50 anos e nós continuamos os mesmos em nossos medíocres mundinhos, olhando tão somente para os nossos umbigos, crendo idiotamente que estamos nos dando bem, como se fosse possível estar bem e cercados da vergonha miserável de saber que nossas crianças não tem o que comer, seja em casa ou nas escolas, porque o dinheiro destinado&amp;nbsp; foi vergonhosamente para bolsos pessoais deste ou daquele, ou de ambos, nos quais, crédula ou interessadamente, apoiamos com o nosso voto e a nossa&amp;nbsp; cumplice omissão.&lt;br /&gt;Desde sempre, através de meus escritos,&amp;nbsp;lembro aos candidatos a cargos políticos de suas obrigações em buscar respostas aos absurdos com os quais temos convivido dia após dia e, no entanto, nada foi feito, nada foi dito, nada tentou-se corrigir. &lt;br /&gt;Então, como esperar ou confiar em&amp;nbsp;qualquer mudança? &lt;br /&gt;Como crer que chegando ao poder se darão ao trabalho de agir diferente, até porque, os penduricalhos que os cercam são os mesmos, já viciados demais pelo sistema corrupto e desumano que permeia infelizmente a alma da política e do político brasileiro.&lt;br /&gt;Precisaríamos de políticos com "cojones" suficientes para usar a força de cada voto recebido e usa-los com veemente galhardia, resgatando da alma de cada seu eleitor a autoestima, o senso cívico e a dignidade&amp;nbsp;há tanto sufocados. &lt;br /&gt;A geração mais nova, sequer pode compreender o que seja idealismo, e a mais velha, só pode mesmo é&amp;nbsp;sonhar em sentir-se verdadeiramente cidadã.&lt;br /&gt;Faltam&amp;nbsp;&amp;nbsp;nove meses para as próximas eleições, portanto, tempo suficiente para que se reveja conceitos&amp;nbsp;&amp;nbsp;sem a inserção de falácias fantasiosas, partidarismos antiquados, retóricas envolventes&amp;nbsp;e acima de tudo compreendendo que sozinhos nada podemos mudar, mas que com certeza como uma unidade esclarecidamente lúcida do que se apresenta, podemos representar aquela bendita diferença no contexto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3799569042565289339?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3799569042565289339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/mudar-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3799569042565289339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3799569042565289339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/mudar-como.html' title='MUDAR, COMO?'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5396696220362982188</id><published>2012-01-06T10:42:00.002-02:00</published><updated>2012-01-06T10:42:40.151-02:00</updated><title type='text'>QUASE NADA...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E aí, eu venho escrevendo há sei lá quanto tempo a respeito do meu próprio encantamento em relação a natureza e muito particularmente sobre os pássaros, companheiros fiéis, principalmente em minhas manhãs por toda uma vida, e no que escrevo, sei bem o quanto estou sendo criticada por tamanha babaquice em uma época e em um mundo onde estas “bobagens” que estão no contexto do cotidiano a cada instante vão ficando mais distantes de qualquer realidade, tornando-se em compasso absurdo, imagens apenas utópicas, cenário de fundo tão somente nas literaturas melosas que sempre existiram, talvez somente como contraponto à versão corriqueira de sistemas cuja lógica de comando seja por todo o tempo uma estática robótica, sem alma, sem viço, sem originalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E pensando sistematicamente em não me permitir a perda de qualquer sensibilidade, desenvolvi tão naturalmente, que nem percebi, como exatamente sou capaz de pinçar no irreal, no inimaginável, mas absurdamente presente &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;no estereótipo vivencial, o tangível do aparente simples, o fascinante do grandioso quase nada que a vida por si só é capaz de oferecer por todo o tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O que estou tentando contar é que nasceu o filhotinho de um passarinho com pouco mais de 3 ou 4 centímetros que, em dado momento, decidiu que mesmo em meio a confusão de meu quintal, onde existem cachorros e infinitos outros visitantes devido a fartura de frutas, chocar o seu único ovinho sem qualquer, pelo menos aparente, receio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Fez ainda mais, escolheu um lugar estratégico onde eu pudesse acompanhar a construção metódica do perfeito berço-ninho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E aí... bem, como sou uma daquelas babaconas sempre de plantão, captando as mensagens divinas deste mundo de “meu Deus”, logo, com o olhar fascinado, absorvi a mensagem de que, neste despertar de um novo ano, meu presente maior seria justo o prazer da contemplação do gigantismo da vida, no seu sempre aparente quase nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E assim, muitas vezes em cada dia visito o berço-ninho, afago o pescocinho de meu novo e minúsculo amiguinho, sob a observação acirrada de sua mãe que, do poleiro improvisado na cerca do muro, vai dividindo comigo momentos mágicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;É claro que sou gozada por quase todo o tempo e, até mesmo, neste instante por você, talvez por crer que não tenho o que fazer e, provavelmente, não tenha mesmo, por já estar sobrecarregada por tanto outros afazeres, como, por exemplo, dentro, é claro, do meu próprio prisma, viver, que afinal é um trabalho com certeza dos mais duros e pesados, além de exigir coragem, determinação e muita observação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ahi! Ia me esquecendo, o novo membro, que já me faz companhia, se chama José, tal qual aquele babacão da Bíblia que aceitou a Maria, mesmo tendo na barriga, um Jesus, filho da transcendência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Por que não, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5396696220362982188?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5396696220362982188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/quase-nada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5396696220362982188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5396696220362982188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/quase-nada.html' title='QUASE NADA...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-1152665870326647024</id><published>2012-01-01T20:20:00.000-02:00</published><updated>2012-01-01T20:20:25.090-02:00</updated><title type='text'>NOVAS EMOÇÕES</title><content type='html'>Mais um ano está por terminar e, é claro, que absolutamente condicionada, sou induzida a uma retrospectiva, assim como a projetar-me em novos planos, tendo como cenário um novo ano, que deixa de ser apenas mais um número para se transformar em um foco fascinante de novas perspectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraponto a todo o êxtase que os fabulosos planos futuros possam me causar, sempre existirão duras realidades com as quais terei de continuar a conviver e onde, infelizmente, não poderei dispensar, porque afinal fazem parte do permanente cenário ou invólucro no qual estou inserida, seja por vontade própria ou não, ou talvez mesmo não sendo de minha vontade, está inserido em algum projeto com o qual eu me sinta absolutamente envolvida, e aí, bem... fazer o quê? Não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... enquanto me projeto para um futuro que começa daqui a três dias e nele mergulho despreocupada como se estivesse me banhando em águas claras, mansas e mornas como as que tenho pertinho de mim em Ponta de Areia, deixo de pensar no aqui e agora, que confesso, anda me aborrecendo sobremaneira [ah! será que ainda alguém usa essa expressão?].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, digamos que ando muito aborrecida com o fato concreto de a cada instante constatar absorta que as “coisas” estão diferentes e que, por experiência, sei que amanhã estarão mais ainda, e que eu preciso correr para não perder o trem das alterações comportamentais, pois nessa certeza que alucina, reconheço em mim uma quase total incapacidade assimilatória, o que me assusta e faz sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso, então, nos novos planos, procuro esquecer a bagagem vivencial que possuo, imagino-me tão somente recomeçando, mas, ainda assim, não posso evitar as constatações com as quais preciso urgentemente me adequar, para não me sentir um ET, uma velha coroca ou uma peça de museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cruz credo, dona Regina! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo comigo mesma na esperança de espantar esse sentimento de “já era” que o sistema insiste em imprimir em todo aquele que teima em permanecer com seus hábitos e costumes referentes ao seu tempo que, cá prá nós, precisa se atualizar, se bem que não precisa ser literalmente, pois fatalmente ficaria ridículo, mas pelo menos que seja um mais ou menos possível não só de encarar como de demonstrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... em meio a este turbilhão de emoções velhas e novas, vejo-me escrevendo e penso então que não tenho idade, tão pouco sexo, tão pouco época, sendo tão somente um ser que pensa, e aí, segundo Descartes, existe, e segundo eu, existe apaixonada por tudo, até mesmo por tudo quanto não concorda, já que por conclusão lógica, deduzo que não haveria desejos diferenciados, mudanças posturais desconcertantes, evoluções de qualquer espécie não houvessem os contrários ou, no mínimo, os diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, penso nos negros, nos brancos, nos heteros e nos homossexuais, penso no bonito, no feio, no perfeito e no defeituoso, penso no mar, nos lagos e na primavera, sem esquecer as nuvens, as tormentas e o inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltam somente três pequenos e superáveis dias, penso, assim, que por enquanto estou viva e isto é tudo quanto verdadeiramente importa, porque todo o restante vivido ou a viver é apenas detalhe, adorno ao já magnífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que 2012, que há décadas atrás nada nos representava ao ponto de projetá-lo somente através da ficção e que hoje, por estarmos existindo, já parece uma realidade, permaneça sendo apenas um solo fértil onde possamos semear nossas intenções através de atos diários de respeito uns aos outros, formando uma corrente vibracional, coisa pensada por gente como eu, repleta de bagagem, mas ainda com forças e muito entusiasmo para aprender e vivenciar novas experiências com suas surpreendentes emoções.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-1152665870326647024?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/1152665870326647024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/novas-emocoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1152665870326647024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1152665870326647024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2012/01/novas-emocoes.html' title='NOVAS EMOÇÕES'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5975093551884868670</id><published>2011-12-31T21:24:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T21:24:51.981-02:00</updated><title type='text'>QUE VENHA 2012!...</title><content type='html'>E aí, hoje é o último dia do ano de 2011, estou feliz, afinal consegui vivê-lo com saúde, relativo sucesso pessoal, já que consegui uma vaga em uma Instituição Federal, imaginem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um companheiro fantástico e uma família saudável. Juntos entre os trancos e barrancos sistêmicos que só por se estar vivendo já se é exposto, ainda assim, permanecemos muito distantes das desgraças, infortúnios e doenças, o que por si só nos transforma em criaturas privilegiadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já é tradição mantida pelas variadas mídias ao longo sei lá de quanto tempo, como quase todo mundo, faço minha retrospectiva, indo além do ano em si, estendo-me pela vida afora, buscando mãe, pai, amigos, parentes, cidades, trabalhos, estudos, moradias, alegrias, encontros e desencontros, lágrimas e os muitos sorrisos e gargalhadas que fui capaz de expressar, não economizando recordações e muito menos temendo tê-las, pois ao final de cada uma, cá estou eu ainda acordando pelas madrugadas, esperando ansiosa pelos pássaros, pois com eles chegam também um novo e fascinante amanhecer, no qual eu me reconheço viva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como um ser que sente a sua vida sem qualquer resquício de algum pernicioso medo, que sorrateiro possa estar espreitando, curto os meus dias a meu modo quieto de existir, privilegiando o óbvio que para a maioria sequer é notado justamente por estar ali, aqui e acolá, naquela espécie de certeza continuada que fiz sempre questão de cultuar. Afinal, sei lá se estarei por aqui amanhã ou mesmo daqui a pouco para apreciar este sol que agora, neste instante, borda suavemente as copas das folhas das mangueiras de meu quintal? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo sim ou pelo não, retenho em minhas retinas tão belo espetáculo, no mínimo com a certeza absoluta que se eu estiver ainda por aqui, certamente este espetáculo terá sido único, pois no decorrer de tantas contemplações, que prefiro senti-las como celebração, jamais em tempo algum presenciei repetições. A natureza é criativa e surpreendente em seus óbvios rotineiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, estou viva e se você me lê, também está, e juntos podemos, se quisermos, nos tornar eternos através de cada instante presente, fazendo do ato de sentir tão somente um dom capaz de nos transformar em criaturas menos amargas, invejosas, porque afinal existimos e, para quem existe, tudo é possível, principalmente transformar a si mesmo em um ser prá lá de especial em meio a uma multidão de cegos existenciais, que fazem das “coisas” meios pelos quais justificam a falta de tempo para serem genuinamente criaturas que ainda pensam, imaginam e criam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o ano de 2012, que logo nos abraçará, consiga fazer de você aquele ser voltado à vontade voluntária de sentir-se no prazeroso gozo de apenas constatar a cada instante que está vivo, podendo chorar, mas também sorrir, podendo inclusive “peerdoar” a si e aos demais, e novamente constatando qaue não precisa de mais nada além do privilégio de continuar existindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que venha com tudo, 2012!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5975093551884868670?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5975093551884868670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/que-venha-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5975093551884868670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5975093551884868670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/que-venha-2012.html' title='QUE VENHA 2012!...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5305575115316257661</id><published>2011-12-31T21:22:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T21:22:28.600-02:00</updated><title type='text'>Extremos...</title><content type='html'>Sou tão viciada em conversar comigo mesma que me habituei a escrever o que penso apenas para ter assunto por todo o tempo. Comigo mesma, é claro. Se não esqueço por que escrevi, relembro e, então, posso rever sentimentos e conceitos, às vezes expressando verbalmente minhas alegrias, tristezas ou raivas por tê-los habitando o meu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a forma que encontrei para não enlouquecer em meio ao turbilhão de emoções que sozinha, sem eu mesma, não só me sufocava, tirando o brilho de meus instantes presentes, como intui que me destruiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem... Na melhor das hipóteses me transformaria em alguém, digamos, frívolo emocionalmente, passando pela vida sem senti-la com tanta intensidade e buscando por todo o tempo, compensações, tipo recompensas pelos danos suportados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deduzi e confesso, até experimentei a solidão existencial, passando a me sentir lesada e, o que é pior, fora de qualquer contexto, fosse ele qual fosse, sem ter verdadeiramente maiores integrações comigo, que afinal, sou eu mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que estou me fazendo entender? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que digo é que percebi, logo bem cedo, em minhas experiências cotidianas, que as pessoas à minha volta faziam coisas, aliás, muitas coisas, sem que necessariamente estivessem compartilhando consigo mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi também que lhes pareciam muito difícil ficar sem ter o que fazer, o que na minha cabecinha de criança, transformava-se em um carrossel colorido que não parava de girar por todo o tempo, corroendo a tinta que o fazia atrativo e danificando as ferragens pela falta de manutenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, que já vai lá bem longe, esta agitação que enxerguei nas pessoas, fosse na escola, na praia, em família ou em qualquer outro lugar, causava-me uma espécie de ansiedade que foi crescendo e se transformando em uma espécie de medo. Afinal, eu não queria ser como aquelas pessoas que não tinham tempo para fazer, por exemplo, o que eu mais gostava, que era, tão somente, ficar quieta, olhando o aparente vazio que existe em qualquer lugar, até mesmo em um quarto fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo aparente, porque este é o “óbvio inexistente” que as pessoas insistem em crer, pois não conseguem qualquer ligação, por mais simples que seja, com o universo movimentado de suas próprias emoções e que se devidamente observado se transforma, dando-nos a dimensão de suas reais proporções, na maioria das vezes totalmente antagônicas às realidades vivenciadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exagerando para mais ou para menos, exatamente porque não estamos preparados para reconhecer de pronto o que nos convém ou não, passando imediatamente para o estágio seguinte de aceitação ou negação, sem que tenha havido respeito pela nossa própria essência, senhora que é do comando selecionador de nossas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, escrevendo, penso que vez por outra no decorrer de um só dia, milhares de infinitos instantes são destruídos ou construídos com uma moldagem que nos é falsa e oca, deixando-nos soltos em nossos interiores, batendo de um lado para o outro, como se fossemos barcos à deriva de um mar que na realidade, se bem observado, poderia nos proporcionar um navegar rico não só de harmonia, mas de enormes e gratificantes emoções, até porque, que na exatidão da analogia é viver, devemos dela reter tão somente o que nos proporciona qualquer tipo de gozo, dispensando sem culpas tudo quanto nos remeta a pensar que não está valendo à pena. Entretanto, na medida em que fui crescendo, percebi amedrontada que as pessoas com as quais eu me relacionava, sequer admitiam relacionamentos mais profundos com elas mesmas em posturas emocionais suicidas, permitindo que o acaso ou excesso de previsão futurista, que para mim mais pareciam grades, pautassem seus caminhares, limitando-as de forma cruel, pois o melhor e o pior de si mesmas, passava por elas sem que sequer se apercebessem, e aí... bem, esses sentimentos autênticos faziam nelas apenas pousadas, jamais um lar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso aí! Busquei e encontrei este lar acolhedor que posso ser para mim mesma. Senhora geradora das emoções que me convém, pelo menos na maior parte do meu existir, sem qualquer preocupação em parecer o que não sou, oferecer o que não tenho e muito menos receber o que não me é afim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual nada, o sistema é viciante, é um carrasco mutilador. É preciso vigilância que exerço com o velho hábito de conversar livremente, sem receios e não me toques. Com essas emoções ariscas, que todos temos dentro de nós para facilitar este projeto de intercâmbio cognitivo, indico que se dêem nomes diversos aos seus sentimentos, vestimenta e até origem, pois dessa forma enriquece-se o cenário, dando-se mais colorido ao espaço vazio da solidão interior que, afinal, é o inferno que eu e você tememos tanto, que até nele nos lançamos como loucos, como se a cada instante em que nada precisássemos fazer, tivéssemos que fazer, por medo de estarmos apenas com nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5305575115316257661?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5305575115316257661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/extremos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5305575115316257661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5305575115316257661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/extremos.html' title='Extremos...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3038436226285479168</id><published>2011-12-31T21:17:00.002-02:00</published><updated>2011-12-31T21:17:57.633-02:00</updated><title type='text'>Meditações</title><content type='html'>Nesses meandros emocionais em que o racional é permanentemente lançado às trevas da incerteza, permaneço confusa, perdida, e com a sensação contínua de estar sem o chão seguro no qual preciso manter-me de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remeter-me-ia, se soubesse, às profundezas do mar azul de meu inconsciente, na expectativa de encontrar subsídios conciliadores entre as emoções desejadas e as conseguidas, talvez, então, em um balanço racional, pudesse extrair uma única verdade, um único caminho, onde todo o meu ser, então, se harmonizaria, através do encontro e conseqüente descanso tão necessário com a bendita paz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado conciliador que se expressa nos poros, nos olhares e nas vibrações que contagiam, desarmam, aproximando ou distanciando as energias que plainam ao meu redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse, se eu soubesse qual o caminho a seguir, perseguiria frenética os recôncavos de meu interior na busca teimosa dessa paz, até agora, tão somente utópica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, não sei, afinal por todo o tempo coloquei a paz como algo a ser lido, ouvido, como faz exatamente todo mundo, sem, no entanto, verdadeiramente pensar a respeito de sua real existência, assim como tantas outras retóricas com as quais se convive no cotidiano distorcido de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi-me, como a maioria, nas conjecturas e falsas palavras, fazendo delas espadas pontiagudas e afiadas a ceifar instantes insubstituíveis e benditamente sagrados de vida plena. Permiti que o medo, a insegurança, as frustrações, os falsos conceitos, as falsas adesões ao emocional, desarticulassem toda uma conexão que, a princípio, sempre é perfeita, abusivamente exata, chegando a tal ponto de perfeição que se vê exposta à incredulidade de nós, míseros mortais, incapazes de reconhecermos como obra prima da universalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos incapazes de mergulhar em nossas profundezas na busca do conhecimento de nós mesmos, onde certamente encontraríamos todas as respostas, todos os amparos, todas as margens que certamente guiam o caminho, sem que exista qualquer possibilidade de haver trilhas alternativas, cujos desvios são exatamente o distanciamento entre nós e a essência de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei os últimos dias tentando recuperar o que jamais saiu de minha capacidade observatória, mas que por teimosia, medo e por tudo o mais capaz de ser produzido pelas distorções, ficaram como perdidas ou jamais assimiladas. Nada disso, e bem o sei, que tudo se encontra no mesmíssimo lugar, reservado tão somente a todo aquele que ao perceber que precisa buscar para encontrar, não se aliena e não se acovarda, seguindo em frente, saltando obstáculos, reconhecendo em cada dificuldade um,a bendita oportunidade em encontrar seus pares de vida e liberdade, luzes benditas que fazem de mim e de você seres completos, ricos e amorosamente abastecidos por este universo grandioso e sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso, então, que prefiro os pássaros, os cães e as amoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro o céu, a chuva e o sol ardente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro o mar, os peixes e a primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro gente, a vida e a eternidade.&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3038436226285479168?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3038436226285479168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/meditacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3038436226285479168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3038436226285479168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/meditacoes.html' title='Meditações'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-1340803455974226618</id><published>2011-12-25T20:28:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T20:29:27.890-02:00</updated><title type='text'>PREMISSAS BÁSICAS...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Partindo da premissa básica de que a primeira intenção que um professor deva ter em sua natureza de pessoa humana, seja justo uma tendência predominante de particular interesse por tudo quanto possa representar vida, crê-se, então, que existirão subsídios cognitivos suficientes para que haja uma real integração absorciva entre ele e o tudo mais, independentemente de haver qualquer formação, o que dará, assim, à criatura em questão, respaldos continuados, estímulos e conseqüentemente equilíbrio necessário para identificar, compreendendo, os graus diferenciados em termos não só intelectuais, como culturais e sistêmicos com os quais precisará conviver no cotidiano da sala de aula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Através dessa sensibilidade perceptiva, a criatura promoverá um intercâmbio no qual as unidades se adequarão à formação de conjunto, abraçando interesses nos quais poderão, em graus diferenciados, desenvolver a fração intelectual, assim como a construção lenta e gradativa do desenvolvimento de um corporativismo saudável e altamente produtivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O sentido da pedagogia aplicativa dos tempos atuais, onde o clímax constante é a instantaneidade, exige uma dinâmica participativa onde o conjunto de unidades diferenciadas se concentrem em pontos, estimulando o senso comum, assim como corroborando para o despertamento da permanência em grupos, realçando a importância dessa interação que, afinal, é inerente à criatura humana, que ao longo de sua história mostrou-se por todo o tempo ser um ser curioso e criativo e, acima de tudo, um animal que privilegia a sua permanência em grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O professor deverá, portanto, possuir como primeiro predicado profissional o senso de responsabilidade agregativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; É claro que haverá os céticos que colocarão a prática educativa como mais uma ação guiada, acima de tudo, pelo conhecimento técnico, e talvez essa visão pragmática represente exatamente as causas pelas quais os relacionamentos professor x aluno, e ambos x escola tenham perdido o senso equilibratório, absolutamente necessário a quaisquer outros relacionamentos que as pessoas precisem manter ao longo de suas existências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Argumento, portanto, ser enganoso pensar que os efeitos da convivência escola x sala de aula x professor x colegas se restrinjam ao período de permanência na unidade a que se destina, da mesma forma em relação ao tudo o mais, pois nada se limita e tudo se completa, ficando, portanto, a formação de convívio social como base e pilar não só do delinear identificável de cada criatura humana, como determinante quanto à qualidade adaptativa enquanto unidade participativa de um grupo em especial ou de grupos generalizados de simples intercâmbio de convivência sistêmica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-1340803455974226618?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/1340803455974226618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/premissas-basicas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1340803455974226618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1340803455974226618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/premissas-basicas.html' title='PREMISSAS BÁSICAS...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6876483035341860654</id><published>2011-12-25T20:27:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T20:30:29.067-02:00</updated><title type='text'>COPIANDO PLATÃO</title><content type='html'>&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em todos os dezembros, fecho o ano de séries de crônicas sociais, onde durante meses tive a bendita oportunidade de poder expressar meus pensamentos e entendimentos falando de compreensão, respeito, ética, cidadania, fraternidade e de tudo o mais que a meu ver não deveria faltar nos relacionamentos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Aliás, penso neste instante que o grande mérito do jornalista é justamente estar atento para não desanimar frente à sua fundamental realidade em ser repetitivo, uma vez que tenho a convicção de que não pode e não deve desistir em descrever fatos, informar ou, como todo cronista, fazer o que faço, focar a vida realçando o cotidiano em suas grandezas e mazelas, sempre aparentemente muito iguais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Neste ano de 2011, mais uma vez deitei meus olhares de interesse e participação na área da educação, tentando mais uma vez compreender o porquê tanto abandono quando tanto poderia se realizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Como sou abusada, dei palpites, desenvolvi alternativas e até delineei uma “escola ideal”, tal qual Platão em sua “polis”, afinal esta é minha forma de expressar liberdade, lamentavelmente sem os royalties para bancar, porque se o recebesse, mesmo que fosse à proporção de 30% do que as cidades atualmente recebem por esse Brasil afora, com certeza eu e todos os idealistas de plantão, certamente faríamos “milagres”, não só na educação, como na saúde, no saneamento básico e nesta persistente miséria possível de ser encontrada nos guetos de qualquer cidade, até mesmo aqui entre nós, nesses paraísos terrenos que são Itaparica e Vera Cruz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando escrevo dou pausa e fecho os olhos para enxergar “aquela” merenda de qualidade, aquele professor bem pago conforme o grau de sua competência, empenho e comprometimento, e até consigo dimensionar um amparo mais honesto e justo a todo ser humano que sorri, chora, ama e que deveria sentir-se existindo com dignidade, neste mundo onde “Deus” é tão venerado e “Jesus” tão plotado em carros, muros e panfletos. Entretanto, escrevendo ou não sou obrigada a estar com os olhos abertos enxergando sempre uma cruel realidade, que eu e você teimamos em denunciar com os nossos modos peculiares, na esperança de sermos ouvidos, entendidos, ou,no mínimo, que consigamos mesmo muito lentamente ir despertando consciências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Como meu “Deus” é a vida e o meu Jesus é cada ser humano, ou não, com os quais eu me relaciono, nem que seja através da interatividade vibracional, faço então, de meus escritos uma contínua oração, de minha caneta tão somente um veículo a transmitir minhas amorosas intenções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Neste instante presente, agradeço tudo o que recebi de bom, principalmente o carinho e o respeito oferecidos a mim na leitura de meus escritos e espero ter podido de alguma forma, ter contribuído com os meus sonhos e ideais nos recôncavos solitários de cada consciência daqueles que porventura tenham lido minha coluna a cada mês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se apenas um deles, nem que tenha apagado de suas vidas o egoísmo, a prepotência, a arrogância e o preconceito, ah!.... Bendito Deus! Eu terei cumprido os meus propósitos de ser apenas uma cronista social, escrevinhadora do universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Que este final de ano seja, antes de tudo, repleto de luz na vida de todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6876483035341860654?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6876483035341860654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/copiando-platao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6876483035341860654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6876483035341860654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/12/copiando-platao.html' title='COPIANDO PLATÃO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2110259907976064600</id><published>2011-11-27T23:09:00.001-02:00</published><updated>2011-11-27T23:10:06.046-02:00</updated><title type='text'>BENDITA LOUCURA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;A porta dasala está semiaberta e, então, posso ver o sabiá, sem qualquer cerimônia,comendo a ração dos cachorros e vez por outra levando um grão consigo. Ele vaie volta e me chama a atenção, pois arrasta com seu pousar desastrado a vasilhade ração. Tenho a impressão que ele me vê e de alguma forma não só se exibe,como também desafia-me por todo o tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Olho pelajanela e já não vejo, como nos dias anteriores, o vento farfalhando oscoqueiros e fazendo os galhos da mangueira dançarem, apenas chove fininho esomente o pé de amoras, pelas suas hastes finas e longas, é que desenha linhasimaginárias no espaço, talvez, penso eu, no auge de meu egocentrismo,dizendo-me:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Olá,Regina, estou carregadinha de frutas fresquinhas, venha, delicie-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Pois é...foi por esta e por outras que há uns 25 anos um certo vizinho, que já morreu,lá do Bairro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Pampulha, em Belo Horizonte, onde vivi por muitos anos, aoouvir-me conversando com as plantas, e até beijá-las, enquanto as aguava nosfinais dos dias, comentou em alto e bom som com alguém de sua casa:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Veja! Elaé maluca, fala sozinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Não pudedeixar de ouvir, de rir e até concordei, afinal, enquanto a maioria, depois deum dia de trabalho, se postava diante da TV ou coisa parecida, lá estava euconversando (para ele) com o nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nestemomento, interrompo este episódio para registrar o retorno do sabiá, que trouxeconsigo mais dois companheiros, fazendo a maior arruaça. Adoro vê-los dividindoo farnel com os meus cachorrinhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Às vezes,creio que se observássemos com mais atenção os animais e as plantas, emsuaslinguagens corporais, provavelmente seríamos pessoas menos complicadas econviveríamos mais harmoniosamente com o diferente e até mesmo&amp;nbsp; com o contrário, porque teríamos a chance dedescobrir no outro belezas e perfumes, ou apenas um aspecto interessante quepoderíamos agregar às nossas experiências existenciais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Mas somos,na maior parte do tempo, tolos preconceituosos, fechados em conceitos que emsua maioria sequer sabemos de onde vieram, por que os adotamos e muitomenos paraque têm nos servido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;E aí, como omeu vizinho, a morte chega precoce em forma de um AVC. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Surpreendente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Não sei...Tudo que sei, que mesmo maluca, estou hoje completando 62 anos, aindaconversando e beijando as plantas e os animais, e não dando a mínima bolaquando dizem que sou doida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Benditaloucura que me faz viver, amar e sonhar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Benditaloucura que me permite ainda observar os sabiás e o farfalhar dos coqueiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Homenagem a Moisés Abrantes, amigo e parceiro detoda uma vida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2110259907976064600?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2110259907976064600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/bendita-loucura_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2110259907976064600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2110259907976064600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/bendita-loucura_27.html' title='BENDITA LOUCURA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-853750682436167663</id><published>2011-11-27T23:08:00.001-02:00</published><updated>2011-11-27T23:08:55.405-02:00</updated><title type='text'>RESGATANDO AFETIVIDADE...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;Como uma cidadãmuitíssima interessada na educação de nossas crianças, foi com imensasatisfação que neste mês de novembro pude, in loco, constatar em parte o nívelde crianças e jovens em suas caminhadas educacionais. Entretanto, fui maisalém, fosse como palestrante, fosse como observadora e ouvinte, fixando-me nosolhares, nos gestuais e, como sensitiva, nas vibrações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sem qualquer conotaçãode surpresa, reafirmei minhas próprias convicções em relação à falta de sustentabilidadeemocional que deveria ser a base, âncora e escala de parâmetros que, afinal,definem o perfil de cada criatura humana, esteja ela em uma metrópole ou nosmais remotos locais, desde, é claro, que haja no mínimo a presença de umacultura atuante, daí, a necessidade em preservá-las nas suas maissignificativas expressabilidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Estive palestrando emuma Universidade Estadual para dicentes do curso de Letras e em uma Escola deEnsino&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;Fundamental pública para alunos da 6ª e 7ª séries. Em ambos os locais,percebi uma tensão generalizada, uma quase total falta de espontaneidade e, aomesmo tempo, pude observar nos olhos jovens que me fixavam uma profundainsegurança, que se manifestou de formas diversificadas, mas todas bemcaracterísticas e igualitárias quanto aos danos que certamente proporcionam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Meditei no quanto aescola, colégio e a universidade deveriam ser celeiros de amparo justo para quecrianças e jovens pudessem em seus interiores ter a oportunidade de exercitaremsuas reais naturalidades, obtendo conhecimentos diversificados, aliados a umafonte de conscientização ética da importância do seu direito, antes de tudo, deconhecer o seu potencial, suas limitações, para com esses entendimentos irdesenvolvendo o aprendizado do conviver com o diferente e o contrário, não sódos demais, mas acima de tudo de si mesmo, evitando, assim, que suas formaçõesescolar e acadêmica se apresentassem capengas ou tímidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Tive a oportunidade detambém constatar o quanto essas crianças e jovens estão carentes de atenção eafetividade, afinal, mais que português e matemática, precisam de olho no olhoe de uma maior ligação emocional com seus professores. Essa carência que mepareceu absurdamente expressiva,constatei que na ponta da pirâmide de formaçãode alunos de semestres diversificados do curso de Letras, assim como já haviaconstatado na qualidade de aluna do curso de Filosofia de uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;UniversidadeFederal, a falta do enfoque do compromisso emocional, que deveria existir narelação aluno e professor, para que o convívio e o rendimento fossem de melhorqualidade, principalmente em uma era onde as pessoas estão cada vez maisindividualistas, envolvidas com as suas carreiras profissionais que lhesproporcionam maiores ganhos financeiros e que oferecem maiores possibilidadesde mais e mais adentrarem na competitividade consumista, deixando o ladoafetivo com os filhos, irmãos, pais, vizinhos e amigos cada vez maissuperficial e instantâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;O resultado tem sido oaumento expressivo da indiferença, da banalidade, criando distanciamentos, eesses ingredientes bombásticos produzem a violência ao separatismo afetivo e aansiedade, agente indutor da sensação devastadora do vazio que induz àinfelicidade, que por sua vez apresenta-se sem qualquer possibilidade de sercamuflada se o observador estiver atento para reconhecer ou, o que ocorre namaioria das vezes, o que é o pior, na forma absurda e cruel em que asconvivências se formam, se desenvolvem e se mantém, onde o brilho falso dasaparências substitui a consistência e a solidão doída a liberdade de serem oque suas naturezas desejam, que, como fato constatado, raros conseguem obter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;A cada ano tem sidomais difícil para o professor manter seus alunos com o mínimo de atenção epostura em sala de aula, seja pelo já arcaico modelo pedagógico, seja pelosfatos acima citados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;O respeito hierárquicotão saudável e indutivo a consideração aos mais velhos, mais vividos e com ummais rico acervo de conhecimento, quase não se vê, vigorando tão somente umafalsa, mas ofensiva, liberdade em dizer-se ou fazer-se o que se deseja,matando, a cada segundo, todas as possibilidades de reais integrações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;O lema generalizado,com raras exceções, de ambos os lados, é: “deixa prá lá, afinal, não vou mudarmesmo nada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Pois é... uma realidadedistorcida é difícil de ser alterada, mas muda-se, a história da humanidadeestá aí para quem se interessar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sempre houve homens emulheres nos redutos de seus anonimatos que são autênticos maniveladores destaroda bendita que é a vida, gerando e gerindo posturas, emoções, alargando edistribuindo conhecimentos em um encontro contínuo com a consciência própriasaudável de representarem os exemplos, que mesmo lentamente são propagados e,por consequência, seguidos, mantendo, assim, vivo ideias e ideais, que afinalmotivam e integram o homem como mais um ser, cuja ciência de sua essência éabsolutamente exata, bem como a máquina física que o abriga é perfeita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Façamos, portanto, cadaqual a sua parte, neste contexto de vida e liberdade, com a única e irredutívelresponsabilidade que é a de ser feliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Esta é a primeira e aúnica mensagem a ser exercitada por mestres e alunos em sala de aula ou foradela, em uma tarefa contínua de prazer participativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-853750682436167663?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/853750682436167663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/resgatando-afetividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/853750682436167663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/853750682436167663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/resgatando-afetividade.html' title='RESGATANDO AFETIVIDADE...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2900238296005438981</id><published>2011-11-21T16:41:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T17:20:36.757-02:00</updated><title type='text'>PENSANDO ESCOLA II</title><content type='html'>Os aspectos fundamentais que justificam toda e qualquer alteração dos moldes atuais do sistema educacional, que inicialmente deve ocorrer a partir do ensino fundamental I, são e estão diretamente ligados à formação dos profissionais que estarão vinculados ao exercício, seja da presença em sala de aula, seja ligados às atividades psico-emocionais ou às de variações administrativas relativas as unidades ensino.&lt;br /&gt;Cada unidade precisa ser compreendida como um núcleo, cujas células precisam estar operando como uma equipe em sintonia com o único propósito imunológico, em manter o corpo docente, dicente e administrativo em singular harmonia para que este saudável intento se reflita justamente no foco básico de todos os esforços em oferecer à criança um apoio sustentável ao seu desenvolvimento intelectual e humano, permitindo a ela um desabrochar à novas experiências absolutamente não só mais amplo no aspecto da absorção de conhecimentos diferenciados, mas amparado em um entendimento de bem comum construído à partir de uma visão pessoal de dentro para fora, favorecendo a sua conscientização quanto à responsabilidade de suas próprias posturas em relação à qualidade das reações que delas advirão, permitindo desta forma que ela se identifique e identifique os demais em um ciclo de contínuo aperfeiçoamento vivencial, onde a convivência é a chave solucionadora, propulsionadora, incentivadora, conciliadora do ter e do ser, material e emocional, o que concorrerá para que a criança expontâneamente observe selecionando, classificando e aplicando na prática vivencial o seu todo existencial mais facilmente identificável de acordo com as circunstâncias que se apresentem, mantendo por todo o tempo subjetivamente a prioridade de seu próprio bem estar, pois conscientemente estará ciente de que este estado físico-mental está ligado diretamente à sua própria postura.&lt;br /&gt;Por se tratar da sistematização de um ocnceito no qual a criança volta&amp;nbsp;a ser o centro de todo e qualquer outro interesse, torna-se absolutamente necessário que esta conscientização advenha de cima para baixo, promovendo uma mudança substancial na formação de professores, pedagogos e psicólogos&amp;nbsp; em primeiro lugar, formando um cordão solidamente unido, onde os caminhares se cruzem de forma eficaz, prático e prioritários entre si.&lt;br /&gt;A desvinculação operacional destas três vertentes tem resultado em ações paralelas que não se cruzam na precisão necessária, ficando suas atuações timidamernte ligadas à um sistema com uma burocracia arcaica, fora do contexto contemporâneo, onde o imediatismo, a instantaneidade e princialmente a versatilidade são tônicas envolventes e determinantes a tudo quanto possa se focar, que no caso é prioritariamente promover o desabrochar intelegível de todo o potencial sensitivo que atuará no emocional como se fora um co-piloto do racional que, se adequadamente mantiverem-se unidos, terão maiores possibilidades em meio as constantes mutações conceituais de se postarem, assimilando a essência de cada ser vivente ou coisa com a qual tiverem que conviver em seus cotidianos existenciais.&lt;br /&gt;Em parceria com Márcia Abreu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2900238296005438981?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2900238296005438981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/pensando-escola-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2900238296005438981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2900238296005438981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/pensando-escola-ii.html' title='PENSANDO ESCOLA II'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5881224485141353587</id><published>2011-11-21T13:17:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T16:29:30.458-02:00</updated><title type='text'>PENSANDO ESCOLA</title><content type='html'>A busca de uma harmonia entre a escola e a família torna-se a alma de toda e qualquer açâo voltada&amp;nbsp;a desenvolver pedagogias mais contemporâneas.Não é possível continuar-se a&amp;nbsp; manter os mesmos padrões de relacionamento, assim como a mesma sistemática didática e ainda crer-se em uma provável evolução agregativa de qualquer natureza.&lt;br /&gt;A relação professor x aluno, após sucessivos desgastes, necessita urgentemente de modelos mais criativos, instantâneos e direcionados às práticas cotidianas, mantendo-se o foco prioritário de incentivo aos talentos individuais, direcionando-os a complementos didáticos&amp;nbsp; que sejam alternativos às suas individuais vocações.&lt;br /&gt;A apresentação dissertiva de cada disciplina, precisaria &amp;nbsp;ser revista quanto a sua funcionabilidade futura, reservando-se em cada uma, tão somente os pontos básicos e relevantes, ficando toda a extensão da mesma evolutivamente adequada aos ensinos acadêmicos na medida das opções individuais, evitando-se, assim, o excesso de bagagem de conhecimentos que, dificilmente, são assimilados sem que haja&amp;nbsp; no futuro profissional da maioria aplicabilidade, além de provocar um estado de desinteresse pedagógico nas crianças envolvidadas.&lt;br /&gt;A interatividade deve ser estimulada em sala de aula, inclusive como forma de avalição de aprendizado, evitando-se assim os tão comuns travamentos mentais que se desencadeiam pela tensão que provas e testes&amp;nbsp; podem provocar, oferecendo, desta forma, um mecanismo em que a criança, ou o adolescente, possa ao longo do curso recuperar médias ideais.&lt;br /&gt;O uso de fontes de extensão de aprendizado, como as pesquisas dissertivas e seminários, levam&amp;nbsp; a maioria dos alunos a uma maior absorção compreensiva sobre o tema tratado, pois ao&amp;nbsp;escrever de próprio punho, por mais abstraído que se encontre, fixará em sua mente um percentual de entendimentos que será suficiente para que vá se formando um bloco de conhecimentos gerais em seu consciente que&amp;nbsp; atenderá&amp;nbsp;&amp;nbsp;em qualquer época os apelos de suas necessidades aplicativas.&lt;br /&gt;Esta forma de aprendizado, leva também a um exercício subjetivo de relacionamente respeitoso em que exercitará em sala de aula o hábito saudável&amp;nbsp;de escutar os demais, fazendo sua mente e sua postura física, expandirem-se a um convívio menos egocêntricamente imperativo ao mesmo tempo que o incentivará a partilhar seus conhecimentos e descobertas com os demais em um partilhamento que o manterá consciente quanto a necessidade em manter-se objetivamente&amp;nbsp;conectado com o&amp;nbsp; interesse comum, através do despertamento de sua capacidade cooperativa, passando então ao entendimento supremo de que conhecimento é para ser compartilhado.&lt;br /&gt;Esta forma simples de ensinar, busca extrair de cada aluno, especificamente, o seu potencial, evitando-se, assim, exposições e&amp;nbsp;exigências&amp;nbsp;desnecessárias.&lt;br /&gt;Faz-se lembrar que, em hipótese alguma, uma criança pode adentrar no fundamental sem que esteja devidamente alfabetizada, sabendo ler e escrever, para que então com o básico letramento possa estar apta ao seguimento didático.&lt;br /&gt;Outro aspecto a ser observado é o&amp;nbsp;estímulo ao hábito da leitura, pois é sabido que através desta é que a crianças desenvolve maior capacidade assimilativa, ampliando a sua&amp;nbsp;compreensão interpretativa, que estimula um maior, mais claro e pronto&amp;nbsp; entendimento seja lá do que for, além de fazer expandir-se sua capacidade criativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5881224485141353587?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5881224485141353587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/pensando-escola-busca-de-uma-harmonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5881224485141353587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5881224485141353587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/pensando-escola-busca-de-uma-harmonia.html' title='PENSANDO ESCOLA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3493490164573285725</id><published>2011-11-21T12:57:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T12:57:22.342-02:00</updated><title type='text'>BENDITA LOUCURA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A porta dasala está semiaberta e, então, posso ver o sabiá, sem qualquer cerimônia,comendo a ração dos cachorros e vez por outra levando um grão consigo. Ele vaie volta e me chama a atenção, pois arrasta com seu pousar desastrado a vasilhade ração. Tenho a impressão que ele me vê e de alguma forma não só se exibe,como também desafia-me por todo o tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Olho pelajanela e já não vejo, como nos dias anteriores, o vento farfalhando oscoqueiros e fazendo os galhos da mangueira dançarem, apenas chove fininho esomente o pé de amoras, pelas suas hastes finas e longas, é que desenha linhas &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;imaginárias no espaço, talvez, penso eu, noauge de meu egocentrismo, dizendo-me:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;- Olá,Regina, estou carregadinha de frutas fresquinhas, venha, delicie-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pois é... foipor esta e por outras que há uns 25 anos um certo vizinho, que já morreu, lá doBairro Pampulha, em Belo Horizonte, onde vivi por muitos anos, ao ouvir-meconversando com as plantas, e até beijá-las, enquanto as aguava nos finais dosdias, comentou em alto e bom som com alguém de sua casa:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;- Veja! Elaé maluca, fala sozinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Não pudedeixar de ouvir, de rir e até concordei, afinal, enquanto a maioria, depois deum dia de trabalho, se postava diante da TV ou coisa parecida, lá estava euconversando (para ele) com o nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nestemomento, interrompo este episódio para registrar o retorno do sabiá, que trouxeconsigo mais dois companheiros, fazendo a maior arruaça. Adoro vê-los dividindoo farnel com os meus cachorrinhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Às vezes,creio que se observássemos com mais atenção os animais e as plantas, em &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;suas linguagens corporais, provavelmenteseríamos pessoas menos complicadas e conviveríamos mais harmoniosamente com odiferente e até mesmo&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;com o contrário,porque teríamos a chance de descobrir no outro belezas e perfumes, ou apenas umaspecto interessante que poderíamos agregar às nossas experiênciasexistenciais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas somos,na maior parte do tempo, tolos preconceituosos, fechados em conceitos que emsua maioria sequer sabemos de onde vieram, por que os adotamos e muito &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;menos para que têm nos servido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E aí, como omeu vizinho, a morte chega precoce em forma de um AVC. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Surpreendente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Não sei...Tudo que sei, que mesmo maluca, estou hoje completando 62 anos, aindaconversando e beijando as plantas e os animais, e não dando a mínima bolaquando dizem que sou doida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Benditaloucura que me faz viver, amar e sonhar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Benditaloucura que me permite ainda observar os sabiás e o farfalhar dos coqueiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Homenagem a MoisésAbrantes, amigo e parceiro de toda uma vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3493490164573285725?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3493490164573285725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/bendita-loucura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3493490164573285725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3493490164573285725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/bendita-loucura.html' title='BENDITA LOUCURA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-9097874661063259976</id><published>2011-11-16T14:59:00.001-02:00</published><updated>2011-11-16T14:59:45.927-02:00</updated><title type='text'>Apenas, perdão...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando me atrevo a aparentemente invadir searas das quaisnão estou academicamente gabaritada, pontuando visíveis distorções, sugerindoalternativas e mostrando o quanto poderia ser diferente se houvesse por partedos gestores e profissionais maior comprometimento cidadão, em hipótese alguma,tenho como objetivo cavar prejuízos à &lt;u&gt;a&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;b&lt;/u&gt;, assim como emmomento algum arvoro-me da arrogância em sentir-me “dona da verdade” ou, o queé pior, uma “imbecil arrogante” que fala e critica o que desconhece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nestes mais de trinta anos de escritas, muitas foram asagressões que recebi por parte daqueles que se sentiram incomodados com asminhas observações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aliás, o que faço é exatamente expor as minhas observações,buscando o maior grau possível de veracidade realística, procurando vigiar portodo o tempo o meu emocional de mulher sensível e naturalmente amorosa, justopara não exacerbar minhas ponderações, correndo então o risco de fugir do cernedistorcido de cada situação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Procuro agir com a percepção que foi sendo apurada ao longode décadas na função de cronista do cotidiano, colocando o meu olhar de cidadãparticipativa que não se conforma com o mal feito continuado que se instituiucomo norma de conduta, ferindo direitos e descaracterizando obrigações, e o queé pior, revestindo-se pessoas com o véu cruel da banalidade que corrobora namanutenção do pouco caso e na formatação de conceitos desumanos, como se o quenos trouxe convivendo até a poucos anos atrás, infelizmente nada tivesse “ahaver” com coisa alguma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em algum momento, que não sei exatamente qual foi, asmuralhas de valores éticos e morais foram sendo destruídas em velocidadeassombrosa e em seus lugares foram sendo erguidas frágeis colunas de novosvalores, deixando pessoas, como eu e tantas mais, absolutamente inseguras, poissão visíveis suas insustentabilidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para todos os lados que se olhe, lá está o mal feito comaparência de contemporaneidade chique, sem estrutura sólida que o sustente, semvalores que lhe imprimam qualquer respeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando escrevo sobre a educação e a saúde brasileira, narealidade estou escrevendo sobre a vida, pensando nada mais valer, peranteestes dois aspectos que dão ou tiram todo o fôlego da criatura humana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E quando falo em fôlego falo de alma, de alegria, dadisposição criativa que incentiva, energiza e faz dela um potencial ilimitado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sem educação e sem saúde, a criatura humana se marginaliza,ocupando espaços, sem que tenha qualquer utilidade, tornando-se apenas mais umitem de algum índice estatístico que em sua maioria espelha, mas não corrige,orienta, mas não fiscaliza, tornando-se exatamente o que são, mapasdeterminantes de realidades esquecidas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sem educação e saúde, não há dignidade que se sustente, nãohá país que se desenvolva, não há um povo que se orgulhe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sem educação e saúde, não há convivência que se harmonize,não há limites que sobrevivam, não há&amp;nbsp;humano que se humanize.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas com certeza sem a educação e a saúde, haverá sempreaqueles poucos que se beneficiam, assim como aqueles muitos que quando muitosobrevivem, disputando em arenas, calçadas e becos fétidos, tal quais ostigres, raposas e os insalubres ratos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao escrever doída estas minhas ponderações, reservo, noíntimo, esperanças em perspectivas futuras que alguém ou algo um dia apareça,trazendo na bagagem um pouco que seja “daqueles valores”, velhos e corroídos,e, quem sabe, com eles possam temperar os muitos novos, que a cada instantepipocam, criando, talvez, um mais novo conceito de vida e liberdade, pautado noresgate respeitoso de se crer na educação e na saúde como únicas instituiçõescapazes de capacitar a criatura humana à viver e conviver, entre vitórias eperdas, de forma mais digna, honrada e meritória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Perdão, então, porque ainda idealizo, acredito e espero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em parceria com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Maria Lucrécia Barbosa de Assis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-9097874661063259976?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/9097874661063259976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/apenas-perdao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/9097874661063259976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/9097874661063259976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/apenas-perdao.html' title='Apenas, perdão...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5302414464033604528</id><published>2011-11-16T14:58:00.001-02:00</published><updated>2011-11-16T14:58:54.999-02:00</updated><title type='text'>AÇÃO E REAÇÃO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Nota da autora.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Edição em andamento – disponível em janeirode 2012.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Têm sidotão rápidas as transformações pelas quais as sociedades vêm convivendo nesteúltimo século que sequer oferecem tempo hábil às criaturas humanas quanto àssuas devidas assimilações, criando, desta forma, um mar de distorções que seacentuam neste ou naquele aspecto social, mas que se faz notar em todo ocontexto onde precise viver e conviver, não só com ela mesma como com osdemais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Tratamosanteriormente à respeito das ações e reações, pontuamos este ou aquele conceitoque foi alterado ou totalmente transformado, alguns infalivelmente soterrados,observamos suas prováveis causas e evidenciamos as explícitas .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Recordamosposturas antigas, observamos posturas atuais e teorizamos sobre posturas que sedevam desenvolver com o intuito estimulante de acompanhamento evolutivocientífico e tecnológico de aspecto menos agressivo, alienante ou banalizado,com o objetivo único de valorização da criatura humana no seu contexto de &lt;u&gt;ser&lt;/u&gt;existente e prioritária a si mesma em uma busca de real e produtivarepresentatividade junto a toda uma existência terrena e cósmica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Emestudos anteriores, buscamos realçar a necessidade do reconhecimento dasvibrações de energias que as criaturas, sejam humanas ou não, emitem através detodo o manancial que reservam em si mesmas e que são determinantes quanto aonível de complexidade que haverá&amp;nbsp; nasrelações de convivência interpessoal e sistêmica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Abordamospontuais patologias que são originárias dos desvios comportamentais e quepassam a gerar outras através de somatizações contumazes que são mantidas porum emocional em dicotomia com um contexto físico e neurológico absolutamente perfeitoe capaz de se auto-sustentar e se auto-imunizar, assim como gerar emoçõesnaturalistas na exatidão de uma consciência plena existencialista, ondecertamente o sistema afetivo familiar, aliado a um sistema educacionalestimulante potencializa a&amp;nbsp; criaturaquanto ao reconhecimento e absorção&amp;nbsp; tãosomente dos nutrientes que lhe é afim, evitando através de imediatoreconhecimento com total clarividência, tudo quanto lhe indique inadequação, emuma sistemática tão natural quanto, por exemplo, o ato contínuo de inspirar eexpirar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Frente auma realidade onde a família novamente altera suas formas de relacionamentointerno e a escola ainda não colocou o pêndulo no centro equilibratório de comose relacionar, assim como aplicar as mesmas disciplinas de formas adequadas àvelocidade e instantaneidade que são realidades indiscutíveis, fica restando, ànosso ver, a única alternativa em arregaçar-se as mangas em atitudespioneiramente conscientes, buscando os meios de fazer da escola o núcleoagregador, esclarecedor e incentivador de tudo quanto já exisgty4e e certamenteestará existindo em velocidade instantânea por todo o tempo, evitando, assim,maior dispersão da criatura consigo mesma, maior incompatibilidade dela com osdemais, maior devastação do meio ambiente que a mantem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: center 212.6pt; text-align: justify;"&gt;Se acriança e o adolescente encontrar na escola um espaço de absoluta segurança,onde posse se sentir entendido em suas dúvidas, reconhecido nas suaspotencialidades, descoberto na sua infinita capacidade criativa e devidamenteamparado no seu direito em ser o que é e estimulado a não temer ir mais alémneste conhecimento, tão somente com a finalidade em extrair de sua existência omáximo de prazer, certamente aprenderá como os demais animais a dispensar todae qualquer vibração que não lhe seja afim, priorizando as suas reaisnecessidades, resguardando sua morada física, preservando o manancialenergético de seus sentidos, geradores contínuos de suas emoções edeterminantes de suas ações e reações pessoais, assim como indutores das açõesque são frutos das reações dos demais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na escola, o jovem, seu mestre e os demais profissionaisenvolvidos no processo educativo, devem se sentir livres, protegidos eamparados, pois além dos portões da entrada e da saída, haverá um espaço deconvivência harmoniosa por ser respeitosa, amorosa por não ser invasiva everdadeiramente globalizada por ser agregativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não haverá qualquer maior dificuldade de aplicabilidadedeste método se As seleções iniciais forem feitas com o critério de somenteadmitir-se criaturas que estejam dispostas a um recomeço de aprendizadovivencial onde despir-se ao preço que for estipulado, seja sempre infinitamentepequeno se comparado ao bem estar que tais atitudes gerarão em si mesma, assimcomo também da extensão que produzirá nos núcleos que suas afinidadesdeterminarem como ideais de atuação pessoal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Utopia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Provavelmente para muitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Idealismo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Certamente para alguns.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um caminho alternativo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Indiscutivelmente a poucos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em parceria com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Carlos Ramiro de Albuquerque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;--&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5302414464033604528?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5302414464033604528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/acao-e-reacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5302414464033604528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5302414464033604528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/acao-e-reacao.html' title='AÇÃO E REAÇÃO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-799244316521965022</id><published>2011-11-04T14:28:00.002-02:00</published><updated>2011-11-04T14:28:46.597-02:00</updated><title type='text'>Complexo de inferioridade</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O complexo de inferioridade é uma emoção que se transformaem síndrome da rejeição à hierarquia ou SHR. Por motivos variados, mas tendo emcomum tão somente ato ou atos recebidos como ação dominadora que foi rejeitadade forma brutal e determinante quanto às reações a qualquer indicio de comando,o que leva a criatura a lutar consigo mesma na busca incessante de perfeição emalgum aspecto de sua vida cotidiana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Geralmente, a criatura acometida por esta síndrome, assumeuma postura dominadora, em contra ponto ao motivo detonador de sua patologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Torna-se uma criatura extremamente insegura, desconfiada, defácil descontrole emocional, passível de grandes crueldades para com todoaquele que, por algum motivo, dispara em si rejeição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Também são criaturas que conseguem, em sua maioria, passar aimagem de bons samaritanos, e estão sempre cercados por um grupo de poucosamigos, cuja sua sedução pessoal tenha conseguido atrair e, portanto, dominar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São geralmente pessoas solitárias, de humor instável e semqualquer sentimento de remorso, pois direcionam seus sentimentos à si mesmas emexacerbada manifestação de proteção pessoal, justificando seus atos aos demais,dizendo-se por todo o tempo vítima do opressor e mostrando, também, por todo otempo o seu potencial, seja lá no que for.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São criaturas que se tornam insensíveis às doresalheias, mas camufladas o suficiente do contrário quando se percebe observada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-799244316521965022?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/799244316521965022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/complexo-de-inferioridade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/799244316521965022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/799244316521965022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/complexo-de-inferioridade.html' title='Complexo de inferioridade'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6256761027188397707</id><published>2011-11-04T14:27:00.003-02:00</published><updated>2011-11-04T14:27:59.563-02:00</updated><title type='text'>Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Houve um tempo, afinal nem tão distante, em que a função daescola era prioritariamente ensinar disciplinas que contribuíam nos universosde cada criança, despertando-as em suas inclinações naturais, na construção deseu futuro perfil profissional e pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Também era no ambiente escolar que a criança exercitava aconvivência, não só com o contrário, mas principalmente com o diferente,deixando aflorar os ensinamentos oriundos de seu núcleo familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Era comum ouvir-se: “a educação vem do berço”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E este berço, não necessariamente precisava ser abastadoeconomicamente e muito menos letrado, pois havia os conceitos pré-estabelecidos,onde as posturas respeitavam os limites do alheio, criando-se assim normassocais de conduta, não só externa, mas antes de tudo em meio à própria família.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nesta época a que me refiro, havia uma distinção entre asatribuições tanto da família como da escola, assim como sob nenhumacircunstância esperava-se do mestre qualquer atributo fosse materno ou paterno,apenas e tão somente esperava-se dele, competência de conhecimentos, didáticaaplicativa e mediação eficiente, entre o lógico e o humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O professor deveria ser o primeiro modelo externo de ética,decência, postura física e emocional, porque o primeiro exemplo internoconsistia fosse nas figuras do pai e da mãe, donde a criança se espelhava,ainda que mantendo a sua singularidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Naturalmente que existiam os contra dentre os prós, não sódas intensões quanto das aplicações, afinal, o homem em seu estado contínuo deevolução, jamais primou pela própria preservação, optando continuamente pelarestauração, o que lhe tem acarretado retrocessos gigantescos e no mínimo umdesperdício incalculável, seja com o próprio tempo vivencial, seja na qualidadedeste mesmo tempo e se não bastasse, mantendo um desgoverno assustador entre sie o seu meio ambiente, contribuindo de forma devastadora para a morte prematurae quase sempre desnecessária de parceiros universais visíveis ou não visíveis,alterando assim as circunstâncias que o rodeia e infalivelmente se deixandoafetar da forma mais absurdamente alienante, crendo-se quase sempre muitopoderoso, senhor de si, senhor de tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A família e a escola estiveram presentes na história dahumanidade de formas variadas e nem sempre concomitantemente, mas em relação aotempo a que me refiro, que talvez tenha se estendido até por volta dos anos 70,talvez um pouco mais, havia duas pistas que se seguiam paralelas com um únicoobjetivo que era o de mediar o caminhar da criança ao seu rumo existencial, queera traçado por ela própria e subsidiado pelos pais e mestres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em algum momento, houve uma ruptura nos seios familiares eque se estendeu às salas das escolas, atingindo em cheio cada mestre educador,que, de uma hora para outra, se viu precisando subsidiar, amparar e educar adisciplina da postura comportamental, da qual não fora devidamente preparado,afinal ele era um professor de física ou matemática, português ou inglês, ser,portanto, pai e mãe, ultrapassava os seus conhecimentos e atribuições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto isto ocorria, sua figura, dantes respeitada, foipouco a pouco se deteriorando, afinal, ele, o mestre, distribuía cada vez mais exemplosde fracasso através da sua impossibilidade em administrar tantasresponsabilidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O caos, então, foi-se fazendo presente com o reforço de umacentuado descrédito à figura do mestre educador, que passou a ser tão somenteum técnico mal pago e desconsiderado pelos governantes que se seguiram, porpais confusos e alienados, por profissionais colaterais cada vez maisdesqualificados, pela violência comunitária em volume cada vez mais crescente,por alunos sem qualquer parâmetro de respeito e civilidade, e por ele mesmoabsolutamente desmotivado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto isto, os programas inclusivos pedagógicos foram pipocandoe se perdendo em meio a uma confusão de valores e critérios, resultando no quese vê hoje de distorções na grossa e maioria das escolas brasileiras, tendocomo resultado final, profissionais cada vez menos qualificados na aplicação desuas disciplinas e alunos cada vez mais ignorantes ao término de seus cursos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Perdeu-se a essência dos valores cognitivos em relação a sipróprio e consequentemente ao outro e a tudo que o cerca, devastando a cadageração o sentido de convivência que mantém o ser humano, interagindo para quese alimente o seu desenvolvimento físico e emocional, restando criaturassolitárias, tristes, violentas e, acima de tudo, alienadas em relação à suaprópria existência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A reversão desta quebra de objetivos agregativos só poderáacontecer se houver uma força tarefa, aglutinada por grupos de criaturas cujasnoções de civilidade ainda se encontrem ativas e dispostas ao enfrentamento datarefa de buscar, não retorno de posturas e intenções, pois não haveria lógica,mas a criatividade em despertar no individual a noção respeitosa do coletivo,buscando a humanidade que certamente reside no &lt;u&gt;eu&lt;/u&gt; de cada mestre e alunoque certamente serão os pais das famílias do amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portanto, voltando às lembranças positivas do passado,acompanhando a jornada até o momento presente e voltando os olhos para um brevefuturo, não vejo necessidade de grandes estudos investigativos quanto ao quehouve nesta caminhada docente, assim como a familiar, por ser absolutamenteóbvio todo o abandono e seus efeitos cruciais que ambos foram expostos nosúltimos 40 e poucos anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Defendo a introdução nos currículos dasacademias formadoras de mestres educadores a disciplina de vida e liberdadepara que cada professor saia da universidade com uma base pedagógicanaturalista para que possa imprimir em suas opções disciplinares a benditaconvivência que possui como motivação maior, o respeito à vida e tudo quantonela exista, identificando-se as diferenças, apenas e tão somente paracompreendê-las em suas particulares grandezas existenciais; seguimento único quegarante limites e transcendêncais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6256761027188397707?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6256761027188397707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/os-professores-um-novo-objeto-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6256761027188397707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6256761027188397707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/11/os-professores-um-novo-objeto-da.html' title='Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4004840583565692702</id><published>2011-10-30T20:38:00.000-02:00</published><updated>2011-10-30T20:38:30.142-02:00</updated><title type='text'>NADA SINTO</title><content type='html'>Por todo o dia de hoje, o assunto foi o câncer do Lula e aí, penso que, afinal, feliz dele que, a partir de amanhã, começará o tratamento e, é claro, será o melhor que o poder e o dinheiro puderem pagar.&lt;br /&gt;Pois é... enquanto isso, quantos outros nordestinos, tão pobres quanto ele quando por São Paulo desembarcou, neste exato momento, também portadores de algum tipo de câncer, sequer conseguem marcar uma sessão de quimioterapia e sequer se dão conta pela simploriedade de suas existências miseráveis que foi justo o Lula que, por décadas a fio, jurou&amp;nbsp;com microfones em punho, providenciar saúde de qualidade ao sofrido que nele passou a acreditar.&lt;br /&gt;Ao invés disto, garantiu a&amp;nbsp;esmola&amp;nbsp; que cala e consente, que sufoca e neutraliza.&lt;br /&gt;Que coisa!...&lt;br /&gt;Penso então no quanto como brasileira e cidadã&amp;nbsp;descrente, nada sinto, além de um enorme tédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4004840583565692702?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4004840583565692702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/nada-sinto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4004840583565692702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4004840583565692702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/nada-sinto.html' title='NADA SINTO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3650670316276944785</id><published>2011-10-28T12:33:00.001-02:00</published><updated>2011-10-28T12:33:45.246-02:00</updated><title type='text'>Mensagem</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;E como uma flecha afiada, corto os céus, atravesso as nuvens,me aproximo das estrelas, aqueço-me junto ao sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;E como uma flecha afiada, desço do espaço, atinjo a terra,apenas para senti-la na diversidade energética, na complexidade amorosa, noapogeu de tão somente ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;E como uma flecha, já não tão afiada, busco repouso junto aomar; busco paixão junto às florestas, busco o amor, olhando pro céu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Incoerência, pois como flecha afiada que vem justo de lá.Como flecha afiada, cortei os céus e vim por aqui pousar, buscando por um amorque certamente não encontrei por lá, nem cá e tão pouco acolá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Como poeta sempre fui um fracasso, mas e daí? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Ainda assim faço meus arremedos e, dessa forma, tambémestremeço com minhas próprias emoções. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Melhor mesmo é não ser um disfarce, uma cópia ou uma página semescritos. Então, mesmo sendo um fracasso, faço aqui e ali meus arremedospoéticos e, de alguma forma, crio formas com minha alma que, mesmo como umaflecha afiada, percorre o imaginário, o real, o tangível do meu sentir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Em parceria com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Carlos Frederico Siemanfield&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3650670316276944785?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3650670316276944785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/mensagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3650670316276944785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3650670316276944785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/mensagem.html' title='Mensagem'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5879803597280590630</id><published>2011-10-28T12:32:00.000-02:00</published><updated>2011-10-28T12:32:02.083-02:00</updated><title type='text'>Espanto</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Os sabiás, neste fim de tarde, estão abusadíssimos, com suascantorias e voos agitados, balançando galhos, sacudindo folhas, emociono-me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Será que cantam tão alegremente porque hoje não choveu e osol, mesmo ainda tímido, permanece constante, permitindo que eles sequem asasas e saiam de seus ninhos?&amp;nbsp; Talvez...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;O pé de amoras, carregadinho, serve de refeitório farto paraos meus meninos e eu, daqui, debruçada à janela, ouço seus cantos e voo comeles, sem qualquer cerimônia, tal qual eles, que abusados, dominam meu jardim,meus ouvidos, minha alma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Penso, então, que devo ter sido um pássaro, talvez até mesmouma sabiá, arisca e arruaceira, que buscava doces amoras em jardins davizinhança e, quem sabe, um outro alguém a quem também encantei, debruçava-se àjanela e até emocionava-se, tal qual acontece agora com as lágrimas queescorrem deste meu ser apaixonado por pássaros, que cantam &amp;nbsp;causando-me um novo espanto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Em parceria com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;R&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;uth Sorocaba Martins – Ipiúna&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5879803597280590630?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5879803597280590630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/espanto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5879803597280590630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5879803597280590630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/espanto.html' title='Espanto'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4820238855892554366</id><published>2011-10-28T12:31:00.001-02:00</published><updated>2011-10-28T12:31:17.504-02:00</updated><title type='text'>Ou coisa que o valha!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gzaHwtVmMrM/Tqq8gYy-ehI/AAAAAAAAATY/DZ0244e08bU/s1600/2A2EEB067F4A4D339BD50AC2A764367F.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-gzaHwtVmMrM/Tqq8gYy-ehI/AAAAAAAAATY/DZ0244e08bU/s320/2A2EEB067F4A4D339BD50AC2A764367F.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #228822; font-family: arial; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;span id="goog_296767007"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_296767008"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial; font-size: xx-small; line-height: 15px;"&gt;imagem: topicos.estadao.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #228822; font-family: arial; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Ontem à noite, diante da televisão, revi um dos maiores músicose compositores contemporâneos chamado César Camargo Mariano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Bem... de imediato não o reconheci, afinal, vinte, trintaanos se passaram, ele também sempre foi discreto, pouco aparecia na mídia erespeitou a passagem do tempo, ao contrário de outros com os quais nosacostumamos, inclusive com as suas constantes alterações fisionômicas, como oseternos meninos sertanejos e tantos outros de diferentes gêneros que se recusama aceitar a velhice como suas realidades e arrancando de nós surpresasconstantes em suas aparições, levando-nos, vez por outra, a lamentar nãotermos, também, coragem de retardar nem que seja um pouquinho esta senhora “passagemdo tempo”, talvez porque vivamos a cruel realidade de que, afinal, não hajabisturi mágico que de verdade possa frear o tempo em sua caminhada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ah! Como gostaria de poder me iludir, tal qual faz a nossaAninha Braga, cujo próprio tempo parou quando ela começou na Record, e olha queisto tem uma eternidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Pois é, penso então na incoerência que imprimimos nas nossasposturas ao recusarmos aceitar, como nossa, a senhora velhice, provando aomundo, mas principalmente a nós mesmos, que “velho é a mãe”, pois como osjovens e às vezes, cá pra nós, melhor que eles, estamos nas corridas matinais,nas academias e maratonas, disputamos disposição em qualquer que seja o esporte,frequentamos a mesma &lt;i&gt;night&lt;/i&gt;, bebemos,fumamos e &lt;i&gt;coisitas&lt;/i&gt; mais, e na hora donamoro, até dispensamos os velhinhos, dando preferência aos gatos ou gatinhas eaté com os custos adicionais. Voltamos para as universidades e ao mercado detrabalho, subimos nos palanques e nos tornamos presidentes, dirigimos empresase até conglomerados de quaisquer naturezas, nos gabamos de possuir outradistinta senhora que é justo a “sabedoria” e nem nos preocupamos com o excessode bagagem (experiência) que acumulamos vida afora, e se não bastasse, aindaresistimos à morte, prolongando nossas vidas, mantendo nossas mentes e físicospra lá de saudáveis enquanto estarrecidos vemos os jovens morrerem sem dó e sempiedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Pois bem, a incoerência reside, pois apesar de sermos capazesde tudo e muito mais, brigamos na fila do banco, do açougue, do armazém paraganhar a preferência, afinal, somos idosos, respeito é bom e gostamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O que me leva a concluir que velhice, afinal, vale paraalguma coisa que nos convém, pois nesses momentos corriqueiros do cotidiano,qualquer um faz questão de ser velho, não se importando com as aparências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Massempre, é claro, existem as exceções! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Estou certa ou estou errada? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nãoque eu esteja velha ou coisa que o valha! Rsrsrs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4820238855892554366?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4820238855892554366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/ou-coisa-que-o-valha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4820238855892554366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4820238855892554366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/ou-coisa-que-o-valha.html' title='Ou coisa que o valha!'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gzaHwtVmMrM/Tqq8gYy-ehI/AAAAAAAAATY/DZ0244e08bU/s72-c/2A2EEB067F4A4D339BD50AC2A764367F.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3839841937125860515</id><published>2011-10-19T10:01:00.005-02:00</published><updated>2011-10-19T10:01:48.001-02:00</updated><title type='text'>Gotinhas do Céu</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Estou aqui, aparentemente sozinha, ouvindo meus pássaros quese esbaldam no jardim enquanto, seja por hábito, ou por puro prazer, penso àrespeito um pouco de tudo que me chamou a atenção nos últimos dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Bem... já escrevi sobre a movimentação política e pelo que meconsta, hoje é a finalização quanto às opções partidárias, o que nãonecessariamente, manterá fidelidade em alguns caráteres, digamos, pra lá deduvidosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Como só sei, tratando-se de política, pensar e escrever sobreidéias e ideais, reconhecendo que, afinal, estas tendências fazem de mim uma“tremenda panaca” aos olhos e intenções dos, digamos, &lt;i&gt;bam-bam-bans&lt;/i&gt; do assunto. E olha que são muitos os entendidos esuficientemente realistas, que geralmente desconsideram esta senhorinhasimplória que, clama por uma educação mais decente, uma saúde mais humana e umsocial mais digno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Qual verdadeiro político, se preocupa com isto, não é mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Afinal, o povo é que se exploda, claro, depois de votar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Nós, o povo, somos uma cambada de chatos, tão insuportáveisque nem o Lula conseguiu permanecer como “fiel companheiro”, pois, rapidinho sebandeou para a ala dos “bem sucedidos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;E ele está errado? Deixemos de hipocrisia... se der ao povodinheiro e poder, logo fica igualzinho o vizinho das “elites”, Quem não gostado luxo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Olhem ao redor e digam se estou delirando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Se deixar, fico até amanhã escrevendo sobre o que chamam depolítica, se bem que a meu ver, não passa de uma formação de quadrilha, sem noentanto, ser tão organizada, quanto o crime organizado. Ou será que eu é queestou por fora?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;É, acho que estou mesmo por fora, afinal, tudo dá certo, tudose cruza, todas as instituições estão ligadas sem que haja qualquer fioaparente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;O tal “bem político”, caiu em desuso, fala-se tão somente emarticulações, os territórios, se invadidos pelos adversários, detonam disputasacirradas, faltando atualmente, apenas as metralhadoras, usadas no passado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Quem já não ouviu falar sobre a década de 30 e nos mafiosos como Al Capone, LuckLuciano, Tom&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Mazino e tantos outros que antecederam aos políticos atuais. Refinou-seas negociações e retaliações, mas as intenções, acreditem, são as mesmas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Q&lt;/span&gt;ue coisa hein!? &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em tempos passados, pensei ingenuamente que, quando os coronéis morressem, seus filhos e netos optariam por condutas mais ortodoxas. Qual nada! A meninada ao contrário foi ficando mais refinada e, portanto, camuflada, o que a priori, induz aos enganos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem... concordo que eu já não tenho ilusões, mas ainda resisto resguardando gotinhas de esperanças e é por isto que eu e tantos mais permanecemos com as bacias nas mãos, voltada pro céu. De repente, de lá caia chuviscos de vergonha, honradez e responsabilidade pública para que eu e os tantos mais, “babacas” contumazes, possamos ver aplicado na prática, e não apenas nos nossos sonhos cotidianos, transformando-os em milagres localizados, matando a fome da miséria, oferecendo uma chama de luz à ignorância, assim como um elixir que revigore à saúde. Coisas da &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Regina!!! Vai que um dia acontece?!?!?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;--&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3839841937125860515?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3839841937125860515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/gotinhas-do-ceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3839841937125860515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3839841937125860515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/gotinhas-do-ceu.html' title='Gotinhas do Céu'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7860290357115179002</id><published>2011-10-19T10:00:00.001-02:00</published><updated>2011-10-19T10:00:28.154-02:00</updated><title type='text'>Motim Escolar</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Quando se testemunha um motim de alunos, provocado por umadesavença de ordem administrativa entre seu Diretor de unidade escolar e osecretário da educação do município que vem se arrastando a meses, refletindodiretamente na qualidade dos serviços profissionais, assim como noestabelecimento de critérios de disciplina dos alunos, esperar-se mais o quê,além do lamentável episódio que culminou em tiros, quebra-quebra, destruição,desde as janelas externas até salas e Biblioteca, em uma ação de vandalismo econsequente desrespeito, não só à escola, mas à sociedade como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Nada, absolutamente nada, pode justificar as posturas quelevaram os alunos a agirem desta forma, mas explica, uma vez que, em meio aosinteresses sejam pessoais ou políticos, o que menos foi considerado foramjustamente os alunos que demonstraram, ao vivo e a cores, o que absorveram deensinamentos extra didáticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;É preciso que se “acorde” rapidamente para este horrorperante aos céus que é a violência, resultado do abandono social do qual ascriaturas estão sendo mantidas, seja nos grandes centros urbanos e até mesmo emredutos tão pequenos, onde de uma forma ou de outra, as pessoas se conhecem edeveriam pelo menos respeitarem-se, assim como as suas instituições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Quando comete-se o erro gritante de colocar no mesmo ambiente,crianças de 11, 12 anos, dividindo espaços com jovens de 17 a 21 anos,notoriamente já marginalizados pelo sistema, esperar-se o quê, além de umaliciamento constante e uma desordem sem precedentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Quando se mantém, seja lá por qual motivo, profissionaisdescontentes ou que não comungam com as regras estabelecidas que deveriam ser,antes de tudo, o de respeitar os direitos das crianças e dos adolescentes, sem,no entanto, confundir-se no dia a dia com parcimônia e excessiva tolerância,esperar mais o quê, além da violência explicitada, como retorno comportamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Penso, então, que melhor seria que ainda vivêssemos comovivem as tribos indígenas, porque afinal, em seus redutos, respeita-se ashierarquias, a sabedoria dos mais velhos, as riquezas naturais que os cercam, apreservação de suas culturas, assim como protege-se o próprio território,fazendo dele o seu bem maior, depois da própria vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;E nós é que somos civilizados? E nós é que somos evoluídos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Existirá civilidade e senso evolutivo onde o respeito, adignidade e o bem comum não sobrevive em uma escolinha de cidade do interioronde todos são vizinhos e onde deveria residir a paz e a solidariedade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Pensem nisso!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;JuarezMachado – Professor de Matemática&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7860290357115179002?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7860290357115179002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/motim-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7860290357115179002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7860290357115179002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/motim-escolar.html' title='Motim Escolar'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-8355478251456845006</id><published>2011-10-04T11:02:00.003-03:00</published><updated>2011-10-04T11:02:43.405-03:00</updated><title type='text'>PENSE NISSO...!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;E aí, quandopenso e escrevo sobre a necessidade urgentíssima de se dedicar à educaçãoolhares e atitudes mais consistentes, refiro-me às carências em que a mesma seapresenta nas sistemáticas humanas, que de uma forma ou de outra por todo otempo atinge a todos e que não passam despercebidas,&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;sentidas, ou ambas, nas experiênciascotidianas de todas as pessoas, sem distinção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Geralmente,em conversas junto a conhecidos ou amigos, ou através das várias mídias,focamos os problemas mais comuns que afligem a todos, vendo-os pipocarem ouassolarem mais este ou aquele país, ou esta ou aquela região de nosso país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Às vezes,tratando de um assunto restrito a poucos ou simplesmente a nós, deparamo-noscom horrores como as discriminações de quaisquer naturezas, pobreza extrema,violência crescente, enriquecimento ilícito, abuso de poder, marginalidadeafrontosa, e por aí vai, em um desfile infindável de mazelas que ajudamos amanter com nossas omissões no mundo através de seus sistemas locais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Falamos, discutimos,argumentamos, nos harmonizamos, como se na prática nada tivéssemos com tudo isto,quando na realidade, por motivos diversos, mas todos por falta da bendita educação,somos os únicos responsáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Nos momentoscruciais, nos calamos, omitindo nossas consciências coletivas, única eexclusivamente para proteger nossos interesses pessoais ou, no mínimo, para nãoficarmos em evidência momentânea, seja por medo, indiferença, ou porque sabemoslá em nosso íntimo que deixando como está, de alguma forma, seremosbeneficiados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;E aí, nãonos apercebemos da ação brutal da falta que o letramento produz em nossosentendimentos, induzindo-nos por todo o tempo a acreditar em entendimentos queestão, no mínimo, defasados, dúbios e dolorosamente cruéis em relação ao bomsenso comum, que deveria ser a tônica de qualquer relacionamento entre seresvivos, ainda mais racionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Escrevendoassim, podem até achar que falo apenas dos analfabetos e pouco letrados. Aocontrário, falo de todos nós, incluindo os doutores em geral, mestres eeducadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Falo de mim,de você e de todos com instrução acadêmica, ou não, que jamais conseguiramincorporar dentro de suas ações e pensamentos a ética na mais pura de suas intençõesem prol de transformar o caos de seus próprios universos pessoais para que estes,em algum momento, não se voltem contra si mesmos, como se as mazelas sóbatessem nas portas alheias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Somosomissos, covardes, hipócritas e, acima de tudo, mesquinhos quando permitimos,aceitamos e até defendemos a escória que nos governa, os escroques com pose debons samaritanos, que generosos tiram de mim, de meu filho, de você e de nossosvizinhos o direito a uma escola decente, com merenda de qualidade, transporteseguro e digno, profissionais comprometidos, o remédio, o posto de saúde, ohospital, o médico, o dentista, o saneamento básico, a coleta e tratamento doslixos produzidos e, sobretudo, o respeito pessoal, através de desvios,negociatas e persistentes faltas de caráter camufladas através de sorrisosfáceis, esmolas assistenciais, empreguinhos de terceira classe que nos mantémreféns deles e da falta de liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Isto é nãoter educação, independentemente dos títulos acadêmicos que possamos ostentar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Afinal, queformadores de opiniões somos se sequer conseguimos discernir o lógiconecessário a humanização da humanidade que representamos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Queinterpretação podemos oferecer às nossas atitudes, tão covardes quanto àcovardia daqueles que esfolam a nós e aos nossos semelhantes? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Queliberdade possuímos em nossos míseros redutos de sucesso pessoal, se precisamosnos encouraçar por todo tempo, convivendo com a vergonha e a violência quepermitimos que nos governe e dite as nossas próprias passadas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Jamaishaverá liberdade enquanto não formos capazes de reconhecer nossa própriaignorância em não enxergar a miséria que reside ao nosso lado, debaixo de nossonariz, e que fingimos nada ter verdadeiramente com isto por não termos educaçãoe sentido de cidadania.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Afinal, nosjustificamos dizendo ou pensando:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;- pago meusimpostos, cumpro minhas obrigações, até ofereço empregos e vou às urnas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Na realidadesomos um número nas estatísticas, além de mantenedores do bem de apenas alguns?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não é assimque procedemos, focando tão somente o nosso umbigo, sem sequer nos apercebermosque estamos míopes ou até mesmo cegos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se não somoscapazes de perceber nossas próprias mazelas, como podemos mensurar o quanto devida nos é tirado em meio ao caos com que compactuamos como robôs ou vaquinhasde presépio, então como podemos crer que somos pessoas educadas, ainda maiseducadores? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Pensenisso!...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Comodefender um sistema educacional que não amplia e esclarece a visão periféricade nossa realidade existencial?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Como aceitarum sistema educacional onde como princípio de estímulo nos garante que um diaestudando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;seremos alguém, portanto, desqualificando e banalizando logo na basetudo quanto repres3entamos pelo simples fato de apenas existirmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Afinal, umacriança ao chegar a escola já não é um alguém, necessitando tão somente deburilamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se banalizamo bem maior que é a vida, como este “alguém” que será formado e muitas vezes sedoutorando, possa compreender o seu valor participativo no todo que o cerca?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pensem nisso!...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-8355478251456845006?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/8355478251456845006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/pense-nisso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8355478251456845006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8355478251456845006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/10/pense-nisso.html' title='PENSE NISSO...!'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2139532706348277053</id><published>2011-09-30T18:24:00.001-03:00</published><updated>2011-09-30T18:24:13.522-03:00</updated><title type='text'>Lamentável</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E aí, em meio aos devaneios oriundos dos relacionamentossociais, eis que surge o bom senso de apenas ouvir e ponderar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como dizer a alguém que ele está equivocado a respeito dissoou daquilo sem que ele no mínimo se revolte, resguardado pelo seu próprio egoque, teimoso e irritadiço, viciado e sem ética, arrebata do âmago de umaessência imaginária, subsídios necessários a toda e qualquer justificativa emprol de reações adversas a quem ousou desafiar em suas idéias e ideais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Daí, todas as omissões que testemunhamos incluindo a nossaprópria impotência que, como uma foice afiada, ceifa sonhos, despedaça ideais,corrompe planos, enterra decências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pensando a respeito disso tudo, pondero sobre a eficiência,senso comum, ao aceitar o imponderável como admissível à uma realidade incapazde rebelar-se contra os já constatados pelo racional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Estou falando das vergonhas com as quais convivemos como seimutáveis fossem e verdadeiramente nos pertencessem, sem os quais não podemosprescindir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isto sim é um horror perante aos céus?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A que céu devemos nos curvar se nem a vida na terra, com aqual convivemos somos capazes de respeitar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A que Deus devemos venerar se sequer somos capazes de reconhecê-loem nós e nos demais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lamentável, você não acha?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;--&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2139532706348277053?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2139532706348277053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/lamentavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2139532706348277053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2139532706348277053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/lamentavel.html' title='Lamentável'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2750569269550873422</id><published>2011-09-26T17:36:00.004-03:00</published><updated>2011-09-27T12:52:40.080-03:00</updated><title type='text'>Remake da peça “política”...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pensar arespeito dos malefícios que a ditadura militar trouxe aos direitos de todosnós, cujas metástases nos acompanham até os dias atuais, é justo o que mefaz compreender esta paixão tolerante que imprimimos ao mau-caratismo queexplicitamente vai se desenvolvendo no decorrer das pré-candidaturas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegam àsraias do engraçado os pseudos segredos, que todos, pelas ruas e esquinas,ficam sabendo. O falso segredo das negociações, os critérios hipócritas que sãoutilizados na tentativa de se camuflar a ânsia pelo poder, os disfarcessorrateiros, os encontros em surdina, os pactos semelhantes aos feitos com odiabo, onde tudo é permitido, onde a censura é abafada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pensandobem, o melhor de cada eleição são os meandros engendrados, as intrigas, os cochichos,as dúvidas, as traições, os golpes, as artimanhas, os casos e os acasos, asperdas e os ganhos de cada etapa que, se bem observados, são como gozosorgásticos quando bem apreciados, porque afinal, nesta época que antecede aestreia da temporada do grande circo político, os envolvidos se sentemlivres e tudo acaba podendo ser feito ou pensado, porque enfim é época da“política”, onde verdadeiramente ninguém respeita ninguém e nesta arena delobos e coiotes o mais esperto, criativo e ardiloso desponta algumas vezes daobscuridade, se revelando nos palanques a olhos nus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aparentemente,da noite para o dia, todos os envolvidos se tornam estranhos e desconfiados,apagando-se, como na mágica, jornadas passadas de outros companheirismos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mudam-seprojetos e afinidades, mudam-se caráteres com facilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ah! É muitobom, viver a democracia, mesmo quando capenga, pobre e arredia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É vicianteabsorver o ópio político que antecede cada eleição, levando os dependentes,como eu, ao frenesi das conjecturas e deduções das armações que, Deus!, sãoilimitadas nas mentes, interesses e emoções dos candidatos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Inimigos setornam amigos, desafetos se reconciliam, amantes apaixonados se separam, amoresprofundos se traem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta delíciade orgasmo continuado vai se processando lento, progressivo e silenciosamentedentro do emocional de todos nós, sem que possamos verdadeiramente controlar osimpulsos que nos direcionam, ora a participar, ora a, simplesmente, apreciareste bailado de atos e emoções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Comparo aspré e as candidaturas ao frenesi que nos domina frente a uma nova conquista, sejaela qual for, mas em se tratando de conquista amorosa, somos todos arteiramentecamuflados, tal qual o mais primário ou sábio político, revestindo-nos depseudos atributos, disfarces e matreirices que deixamos às vezes cair porterra, mais rápido do que o devido, tão logo fisguemos o objetivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O bom e,repito, o orgástico, é o antes que se reveste de expectativas e que seconsolida nos palanques, onde as máscaras são ostentadas sem pudores evergonhas, onde vence o que melhor convence.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta etapado processo eleitoral, tornamo-nos fãs, como na tv, teatro ou cinema, batemospalmas, cantamos e, cá pra nós, até nos emocionamos, esquecendo por momentosque aquilo lá é um palco, eles, os atores, e nós, o necessário público.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A diferençaentre o prático e o ilusório é justamente a hora do intervalo, que na políticase estende por longos e dolorosos quatro anos, onde nos obrigamos a conter asdores da decepção que fatalmente somos acometidos, frente à realidade que sedescortina e que empana, sufoca e decepciona, deixando um certo vazio, mesmoquando, como velhos expectadores decoramos as falas, pois já assistimosinúmeras vezes a peça e, portanto, prevemos o final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E aí pensoque o pior das ditaduras é justo tirar de nós, todo este espetáculo, todo estesuspense, esse farfalhar de emoções que reabastece sonhos, amplia horizontes eque de uma forma ou de outra, ilumina os salões do cotidiano, nos fazendo crerque entre o Deus e o Diabo das negociações políticas, há sempre um povocarente, mas esperançoso, aplaudindo ou vaiando, mas, acima de tudo, sentindo tudoe muito mais, até mesmo tolerando os tolos, os abusados e os mentirosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Viva então ademocracia, mesmo que fajuta, mesmo quando capenga, pobre e arredia!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2750569269550873422?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2750569269550873422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/remake-da-peca-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2750569269550873422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2750569269550873422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/remake-da-peca-politica.html' title='Remake da peça “política”...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2215042463864982533</id><published>2011-09-26T17:28:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T17:36:52.361-03:00</updated><title type='text'>Pensamento de Leigo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Analisando por outro prisma, penso que a noção de liberdadetão proclamada, principalmente pelos ativistas sociais, tem propiciado, nomínimo, controvérsias na avaliação de suas qualificações aplicativas na rotinacotidiana, sendo aclamada como um bem ao alcance de todos, mas, que narealidade, quando exercida por um, certamente é impedida ou torna-seinstrumento de coação a outros, vejamos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Alunos do Curso de Educação Física da Universidade Federaldo Recôncavo, através da unidade CFP em Amargosa, deflagraram uma greve, indode sala em sala convidando os demais alunos de disciplinas diversas a aderiremao movimento grevista em prol de justas reivindicações que, até o momentopresente, diminuem consideravelmente o nível de qualidade do aprendizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Logo o movimento absorveu alunos de outras unidades,transformando o ato, inicialmente isolado, em uma complexa e amplareivindicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Até ai, aparentemente tudo parece ser justo e correto, alémde estar no direito constitucional, até que nos permitamos a uma análise sememoção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Partindo do fato concreto de que isto não deveria estaracontecendo, uma vez que, para que haja um projeto de construção de unidadesacadêmicas federais, deduz-se que exista escolha de local acessível,cronogramas, organogramas, fluxogramas e verbas para elaboração, instalação eadministração coerentes com os propósitos básicos e fundamentais, dentre eles,funcionalismo administrativo competente, corpo docente qualitativo einstalações adequadas e básicas às formações a serem instituídas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se, partes consideráveis destes quesitos foram sendonegligenciados, e no caso específico da unidade de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Amargosa é gritante osdescasos que se apresentam, a quem atribuir a responsabilidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao reitor e a sua equipe? Transferindo a eles todas asmazelas aparentes e também subjetivas que se expressam através de uma formaçãocapenga?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É claro que eles são os responsáveis, pois eles existem tambémpara serem peças itinerantes entre a instituição e o governo, assim como ativosaplicadores concisos das verbas nos propósitos de promover um ensino dequalidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas serão os únicos responsáveis?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não seriamos nós, alunos, professores, funcionáriosadministrativos, coordenadores, corresponsáveis pelo descredenciamento dospropósitos básicos, deixando o barco correr até que as condições se torneminsustentáveis, e aí, nada mais restando que se tomar atitudes radicais, como aque ocorreu no 1º semestre deste ano de 2011 com a greve dos funcionários elogo em seguida no início deste 2º semestre com a greve dos alunos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Onde está residindo à liberdade, se tem sido privado o atosupremo de ensinar e aprender? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E porque somente os alunos estão à frente deste movimento seas reivindicações dizem respeito a todos deste todo educacional?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pelo menos, não deveria ser assim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Onde estão as verbas? O que foi feito do tempo que decorreudesde a fundação e instalação do específico campus de Amargosa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Porque o silêncio ostensivo de mestres, doutores, coordenadoresde cada curso ao longo destes anos onde tudo que hoje se reivindica já eranotoriamente precário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Conscientização e verdadeira integração são justo o que nãoexiste como base sustentável nas instituições de ensino superior, penso entãono restante...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As peças humanas em suas funções ficaram, no mínimo, omissas,acomodadas em seus mundinhos particulares, fazendo, no máximo, fofocas decorredores, ou, o que é pior, usando de recursos sorrateiros e isolados deindução aos alunos para que estes, no isolamento de suas condições deaprendizes &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;reivindiquem direitos quepertencem a todos, estimulando, assim, o não cumprimento dos deveres, que,afinal, no caso é o de estudar, pois cada membro desta ou de qualquer unidadeconstituída tem como objetivo tornarem-se profissionais de qualidade, atéporque, por todo este período, os verdadeiros prejudicados foram os alunos quese mantiveram recebendo medíocres ensinamentos, visto que de uma forma ou de outra,as necessidades dos demais foram sendo atendidas em dia certo a cada mês, emforma de salários e bonificações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tem algo muito discutível na alma dos propósitos desta greve,e penso, então, que é preciso deixar a passionalidade um pouco menos expressivae buscar meios mais coerentes de avaliação e reivindicações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Longe de querer ser dona de qualquer verdade, apenas sintoque muita coisa precisa ser alterada à partir das posturas de todos osenvolvidos, afinal, tudo precisa permanecer no âmbito de interesse da formaçãode futuros educadores, estou assim tão errada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois é, pensando em tudo isso, sei que certamente aindaestou muito distante do cerne da questão e muito neófita quanto aos meandros dofluxo que existe entre o Governo Federal, sua burocracia e a ponta do &lt;i&gt;iceberg&lt;/i&gt; que é justo cada unidade deensino federal, no entanto, dentro do que sei, penso que sei ou que creiodeveria ser, existe uma realidade a ser entendida por mim, assim como a todoaquele que não entende o porquê de uma unidade universitária abrir suas portassem que esteja devidamente estruturada, a fim até de que as disciplinas sejamdevidamente aplicadas e ao final dos cursos o diploma seja pelo MEC, órgãofederal que deveria, em princípio, ser responsável por liberar o funcionamentode uma Universidade Federal somente após a mesma atender a todas às suasexigências, que são federais, não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como eu ou você, podemos entender que uma universidaderepresente tão somente “elefantes brancos ou coloridos, instalados nos confinsde nossa senhora”, onde o tudo o mais&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;capenga. Uma casa de ensino, a meu ver de leiga, não se restringe acorpo físico, burocracia e funcionários, antes de tudo precisam possuirexcelência de propósitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na unidade de Amargosa, falta moradia, restauranteuniversitário, biblioteca mais completa, auditório, quadra de esportes,ambulatório, transporte, acesso seguro, manutenção física, laboratórios etantas outras providências que a minha ignorância a respeito não me permiteexemplificar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, antes que me joguem pedras, quero dizer que sógostaria mesmo é de estar em sala de aula, recebendo o que me é de direito ecumprindo com as minhas obrigações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aliás, ainda não consegui entender porque aprática do ensinar é tão pouco ensinada. Será por esta razão que cada vez estanobre profissão tem ficado tão igual a qualquer outra, sem a magia de umpropósito especial, que é justo o de capacitar gente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2215042463864982533?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2215042463864982533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/pensamento-de-leigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2215042463864982533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2215042463864982533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/pensamento-de-leigo.html' title='Pensamento de Leigo'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-1562989151092435805</id><published>2011-09-17T10:29:00.000-03:00</published><updated>2011-09-17T10:29:59.634-03:00</updated><title type='text'>COERÊNCIA E PAZ</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Falar e escrever sobre a paz érelativamente fácil se a criatura for criativa, mas vivenciá-la é outrodepartamento deste complexo sistema existencial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Difícil, mas longe de ser impossível de se conhecer e atévivenciar este estado de plenitude. Não é preciso ser poeta, sábio, filósofo oumágico, apenas desejar muito estar bem consigo e com o tudo mais, além de estardisposto a adentrar em um processo sem fim, porque vivenciar o estado emocionalda paz é estar permanentemente coerente entre o que se é com o que se quer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Este é o único exercício, norma,decisão, seja lá como se queira chamar, que seja imprescindível a esteprocesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Chama-se exercício o ato contínuo eabsolutamente natural da interligação de si com o externo sem que um nãoafronte na interferência ao outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Simples?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Não...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É tão difícil que sequer é cogitadopela maioria, até porque não há a devida conscientização da lógica existencial.Fica mais fácil interrogar-se sobre a origem, os objetivos e o destino final,pois transcender dá ao elemento humano o bálsamo à sua própria insegurança,pela constatação nem sempre consciente de que, apesar de estar em meio a umuniverso infinito e diversificado, é único, senhor de si mesmo, responsávelpela sua existência, e isto pode ser desesperador se não houver o lúdico comoamparo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Entretanto, se o caminho da paz sedescortinar na mente, através dos flashes sensitivos de um bem estarindiscutível, o melhor a fazer é: abrir a alma e deixar-se envolver e, peloresto de sua existência, ir aperfeiçoando o gosto de sentir esta paz, tãoapregoada, mas somente identificada quando é sentida, tirando de quem a sentetoda e qualquer possibilidade em explicá-la, pois senti-la é tudo quantointeressa e é capaz de se reproduzir, porque afinal quando se sente a paz, elase reproduz em vibrações que de tão amorosas e acolhedoras se tornam ondas energéticasque se desprendem da criatura e vão atingindo a tudo e a todos que com elaconvive, fazendo acontecer os milagres a que vez por outra temos notícias, nemque seja através do bem estar que sentimos próximo a ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coerência mental, emocional epostural são os únicos ingredientes que um elemento humano precisa na bagagemde sua existência, pois com ela, sendo bem protegida e exercitada, o tudo dotodo corresponderá na mesma medida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E aí, bem... aí lá vem Jesus outravez em minhas lembranças, afinal, em sua sabedoria encontrada ao longo de suabreve, mas observadora vida,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;somos aquilo que parecemos e parecemosexatamente aquilo que somos”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Portanto, através desta observaçãonaturalista e sem qualquer cunho religioso, aí sim, fácil imaginar o quantoideal seria se o entendimento de si e da vida é real, palpável em si mesmo, atuarianas mentes ainda não contaminados das crianças, a partir do ensino infantil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Decência, honestidade, respeito,compromisso, lealdade, deixariam de serem temas vagos e prosaicos, para ser o reflexoda personalidade de cada uma delas a se fortificarem existência afora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um lindo dia para você!...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-1562989151092435805?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/1562989151092435805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/coerencia-e-paz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1562989151092435805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/1562989151092435805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/coerencia-e-paz.html' title='COERÊNCIA E PAZ'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2900154640106316883</id><published>2011-09-16T10:27:00.000-03:00</published><updated>2011-09-17T10:28:36.880-03:00</updated><title type='text'>A PRIMAVERA SE APROXIMA</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ninguém precisaria me dizer que a primavera está chegando,afinal, exuberante e nada discreta, ela se aproxima, farfalhando as copas dasárvores, abrindo as comportas do céu, às vezes um exagêro, e se não bastassemtantas manifestações a olhos vistos, ainda permite que flores precoces, como asrosas, desabrochem abusadamente, exalando aromas escandalosos sem omitir um traçosequer de beleza e encantamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Meus acordares, preciso admitir, são espetaculares. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nesta manhã, fui surpreendida com um buquê de rosas miúdasque, abusadas, invadiram-me a alma com seus aromas despudorados, fazendo-me,mais uma vez, não esquecer o quanto sou agraciada em meio à toda &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;grandeza que se descortina ao meu&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;bel prazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Reconheço, agradeço e ofereço a vocêque neste exato momento, através de meus escritos, permanece juntinho de mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Bom dia!...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2900154640106316883?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2900154640106316883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/primavera-se-aproxima.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2900154640106316883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2900154640106316883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/primavera-se-aproxima.html' title='A PRIMAVERA SE APROXIMA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7015149998171612187</id><published>2011-09-13T17:47:00.003-03:00</published><updated>2011-09-13T17:47:52.724-03:00</updated><title type='text'>CONSTATANDO E CONCLUINDO: COMO DISPENSAR OS SENTIDOS NA FORMATAÇÃO DE QUALQUER CONCEITO EDUCACIONAL?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Como não associá-los ao racional para que haja uma integração completa, e assim, o homem se apresente como um ser amparado na sua mais ampla potencialidade que faz dele um ser único e diferenciado dos demais animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justamente essa sensibilidade racional que permite ao homem, desde a mais tenra idade, traçar parâmetros, fazer análises observatórias e concluí-las com lógica precisa sobre todo e qualquer assunto no qual o seu interesse ou necessidade assim determine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta parceria fundamental é imprescindível à formação do indivíduo no que concerne sua adesão, adaptação e auto consciência de pertencer à categoria de ser humano dentre os demais seres, assim como é determinante quanto à sua identidade individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À partir desta premissa, pragmenta-se que para que haja uma formatação concisa, séria, eficaz e integralizante, o aluno precisaria conviver em sala de aula com um professor/educador que estivesse exercendo sua função coerentemente às suas aspirações pessoais, através de sua postura físico/emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inadmissível que a profissão de professor seja tão somente um intermediário entre o ostracismo e uma idealizada carreira, ou o que ainda é pior, que seja somente um ancoradouro para todo aquele que não consegue, ou não é capaz de sequer tentar outros caminhos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado final constata-se no cotidiano &amp;nbsp;das escolas, onde a falta de compromisso individual associou-se à falta de competência e desestímulo de um sistema político capenga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos 50 anos, quando as “escolas particulares” começaram a representar novas opções, a classe média foi gradativamente migrando para suas unidades, enquanto as “escolas públicas”, que eram, até então, de excelência, foram deixando de ser paulatinamente prioridade de nossos governos, até chegar aos dias atuais, onde a boa expressabilidade numérica se compara ao descaso, baixos salários e há alunos com baixíssimo aproveitamento curricular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentavelmente, a qualidade foi sendo substituída pela quantidade, tanto de unidades escolares, quanto de professores despreparados e alunos medíocres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lamentável, pois não existe falta de verbas, tão pouco uma demanda expressiva, entretanto, falta lisura no trato com a verba educacional, competência na aplicabilidade dos programas pré estabelecidos e, acima de tudo, “vocação” dos diretamente envolvidos, que preferem transferir, como bebês chorões, a responsabilidade de suas inabilidades, seja às famílias, seja ao governo, a restaurarem-se ou optarem se devem ficar ou sair de um trabalho que não lhes satisfaz, seja financeira ou emocionalmente, ou ambas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que existem professores seriamente comprometidos e altamente competentes, no entanto, são ofuscados pelo mar de outros que fazem da sala da aula um mero “ganha salário”, ainda por cima, baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A simbiose do descaso chegou ao clímax do desinteresse e da violência, resultado final possível de ser verificado com assustador resultado nas séries do ensino médio, por não ter havido o despertamento e o estímulo à permanência e respeito à escola, ao mestre e a si mesmo, na base, no ensino fundamental, onde tudo começa e se estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me que na escola em que cursei da 1ª à 4ª séries, haviam dentistas e médicos, uniforme completo, produzido pelas mães, cursos de integração com a comunidade de corte, costura, assim como a cada 30 dias, mães se revezavam no preparo da “macarronada” que era distribuída aos carentes do bairro. E aí, como esquecer das professoras Luiza e Ana? Como não lembrar do “tudo de bom” que delas recebi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esquecer a irmã Cirila, minha primeira grande inspiradora a voltar meus interesses à formação de “gente pequena”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há qualificação adequada aos professores deste ensino, não há estímulo salarial, não existe qualquer tipo de integração consistente e permanente com as famílias destas crianças e tão pouco com as comunidades das quais elas estão inseridas, afinal, pensar em tudo isso me faz parecer ridícula, quando lembro que sequer existe merenda, e a fome é a tônica maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom seria que o desvio de verbas da educação e da saúde fosse enquadrado em crime hediondo, assim como os “indícios” passassem a ser evidências, pois são fáceis de serem comprovadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os jovens, ao se formarem no magistério e nas universidades, fossem submetidos a um teste de qualificação (tipo OAB), pois afinal, passarão a ser os primeiros guias na formação intelectual, emocional e postural de “gente” que conviverá com “gente” e com a vida em toda a sua expressabilidade diversa, educar e administrar educação é uma séria responsabilidade que exige competência, vocação e, acima de tudo, respeito à vida, bem maior de todos nós, amplificando, assim, a conscientização ecológica e a preservação de seu meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestrados especializados deveriam ser qualificações exigíveis ao ensino fundamental, base suprema da formação psicosocial das criaturas humanas, que teem neste desabrochar absolutamente natural, campo fértil para a absorção adequada quanto à sua individual responsabilidade enquanto mais um ser vivente e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se constata são alunos que chegam nas universidades sem grandes bases de conhecimento e nenhuma &amp;nbsp;conscientização do sentido maior de vida e liberdade &amp;nbsp;consigo e muito menos em relação aos demais. Portanto, falar em sustentabilidade, meio ambiente e cidadania é “brincadeira” ou, no mínimo, mais uma ação repetitiva, impressa nas grades disciplinares, bonitas e sábias de serem observadas, mas a mil anos luz de serem devidamente apreciadas e absorvidas pela imensa maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensem nisso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7015149998171612187?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7015149998171612187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/constatando-e-concluindo-como-dispensar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7015149998171612187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7015149998171612187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/09/constatando-e-concluindo-como-dispensar.html' title='CONSTATANDO E CONCLUINDO: COMO DISPENSAR OS SENTIDOS NA FORMATAÇÃO DE QUALQUER CONCEITO EDUCACIONAL?'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2206248153273557437</id><published>2011-08-31T11:22:00.002-03:00</published><updated>2011-08-31T11:46:46.334-03:00</updated><title type='text'>MARAVILHANDO-SE</title><content type='html'>Quando tudo parece estar dando errado e em meio às frustrações ou aborrecimentos, conseguimos enxergar saídas estratégicas ou simplesmente nos mantemos serenos, este é um sinal evidente de que estamos valorizando mais harmoniosamente os nossos instantes presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos irritamos ou somos violados e, ainda assim, somos capazes de reconhecer que fomos além do devido em nossas posturas retaliatórias, justificadas pelo fato de que estamos nos sentindo ofendidos, neste momento, que é fabuloso, estamos nos humanizando, pois colocamo-nos no lugar de um ser que possivelmente avalia poder estar errado, na medida de seu próprio espaço ou, no mínimo equivocado quanto à interpretação dos maneirismos do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a palavra mágica que induz ao equilíbrio de pessoa racional e sensitiva é “HARMONIA“, e esta, somente se incorpora em toda a sua extensão se for compreendida, lenta e gradativamente, através de exercícios respiratórios que estimulam a pausa necessária entre todas as ações e reações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso e respire fundo antes de fazer ou responder a algo, seja lá o que for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, onde reside a harmonia, não pode residir a pressa ou a precipitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom dia a todos.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2206248153273557437?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2206248153273557437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/maravilhando-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2206248153273557437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2206248153273557437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/maravilhando-se.html' title='MARAVILHANDO-SE'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-943746434346183897</id><published>2011-08-19T09:43:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T09:44:14.091-03:00</updated><title type='text'>Deus e o Diabo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande'; "&gt;É tão estranha a sensação física e mental de se estar sentindo paz que facilmente a confundimos, chegando inclusive a temê-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Pode ocorrer por alguns instantes, horas e dias, mas fatalmente ela se apresenta, como se quisesse ser percebida e, lógico, que a queiramos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Qual nada!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estamos tão habituados aos constantes “tsunamis interiores” que, de repente, nos observarmos em profunda calmaria, pode ser simplesmente desesperador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por outro lado, se conseguirmos ser curiosos o bastante para suplantar o pavor de estar sentindo paz que nos domina, tal qual fazemos, frente a tantos outros segredos que ambicionamos desvendar, abrimos espaço talvez para a experiência mais fabulosa que um ser humano pode vivenciar, que é o prazer inenarrável de sentir-se em comunhão com a vida, na sua mais expressiva e gratificante ação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E, então, como num estalar de dedos, nos apercebemos que por instantes que sejam, fomos capazes de fazer o mundo e tudo mais à nossa volta, não parar, mas tão somente circular dentro do ritmo que nós mesmos determinamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Isto não é incrível?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Poder acreditar que somos capazes de fazer a “nossa hora” e que as horas restantes deixaram de ser os nossos algozes?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Pois bem... dirão alguns.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Que coisa, hein? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Falta do que fazer é o bicho!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Dona Regina adora viajar na maionese, deslizar que nem uma pata na lagoa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Talvez... mas eu só escrevo o que sinto e posso garantir que esta experiência que acabo de narrar foi a mais espetacular que já tive o privilégio de vivenciar, tanto, que sempre que posso, e atualmente estou fazendo com que eu possa sempre, permito-me viver a sensação gostosa, orgasticamente envolvente da paz que acredito estar fazendo de mim uma criatura mais próxima “daquele” Deus que todos buscam, e raros encontram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Entretanto, não foi fácil adentrar neste colóquio amoroso entre mim e a paz. Ah! Como foi difícil, amedrontador, muito esquisito...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Houveram momentos em que mergulhada no aparente vazio que a paz descortinava em minha mente, tirando de mim, até mesmo o sentir de meu corpo, que em atos repentinos e desesperados, buscava o caminho do retorno ao meu velho “tsunami”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Nesses momentos o desespero atinge o seu auge maior, pois conscientizamo-nos do total desconhecimento do terreno emocional que encontramos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas nem tudo é assim tão ruim, pois por todo o tempo nossa consciência guerreira, forte e decidida, nos mostra sua grandeza, alisa o nosso medo e se formos, nem que seja um pouquinho, ousados, cedemos por uma fração de instantes à realidade fantástica que nos atrai e pronto, ganhamos o brinde de estarmos usufruindo a bendita paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O perigo maior, a partir daí, se faz presente, minando nossos dias, alterando o nosso fato de ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Afinal, conhecer o poder da paz faz com que nos tornemos seres mais sensíveis e aí percebemos bem mais rápido tudo quanto dela nos afasta, passando a negar qualquer possibilidade que se torne um empecilho a vivenciá-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cruz credo, não é à toa que da paz foge-se, pois mais difícil que conviver com o Diabo é não saber como evitar Deus...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Parceria de:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Juarez Gonzales Feijó (14 de abril de 1934)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;--&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-943746434346183897?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/943746434346183897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/deus-e-o-diabo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/943746434346183897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/943746434346183897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/deus-e-o-diabo.html' title='Deus e o Diabo'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7227847088029363676</id><published>2011-08-19T09:42:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T09:43:29.223-03:00</updated><title type='text'>É isso aí...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Os ventos estão soprando de lá pra cá ou de cá pra lá.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A turma da política, irrequieta, circula jogando suas iscas mais afoitamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Enquanto isto, gente como eu, observa, vez por outra, sorrindo, afinal, fazer mais o quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Volto a um passado, bem próximo, onde também eu estava engajada nesta maratona maluca, mas que confesso absolutamente envolvente e fascinante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Um verdadeiro perigo, afinal, rezamos tanto a Deus, mas não resistimos aos encantos do Diabo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Isto mesmo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Política é como o Diabo, capaz de num estalar de dedos, fazer a gente se esquecer de tudo quanto até aquele momento nos era adverso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Perdemos qualquer resquício de timidez: lança-nos aos olhos e ouvidos alheios expondo-nos de forma até então impensada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Depois do caso passado, em uma retrospectiva, pensamos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;“Meu Deus, quanto ridículo, como fui capaz!?!?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas há aqueles que pegam gosto e insistem e insistem, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;e alguns até chegam lá, que pode ser justo ao lado do “Demo” em pessoa, e aí, bem, ai... o bicho pega e tudo vira um “pega pra capar”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;--&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7227847088029363676?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7227847088029363676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/e-isso-ai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7227847088029363676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7227847088029363676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/e-isso-ai.html' title='É isso aí...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4716193544658737325</id><published>2011-08-14T20:59:00.007-03:00</published><updated>2011-08-14T22:31:24.770-03:00</updated><title type='text'>Mamãe perfeita</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Se os filhos soubessem o que as mães realmente pensam, o mundo se acabaria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, eles jamais conhecerem suas mães, pais e infelizmente a si mesmos, porque, afinal, seus sentidos não podem ser enganados, apenas aprendem a se moldar à censura racional, que determina que o melhor, mais cômodo e fundamental para que o politicamente correto siga inalterado é apenas deixar como está, o que banaliza a relação mães e filhos, induzindo as mães a acreditarem que este papel de perfeita é o certo a ser seguida, assim como induzir aos filhos a esperarem dela por todo o tempo, renúncia, abnegação e santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um ciclo arrogante, prepotente e, portanto, sufocador que anula qualquer autêntico e, então, verdadeiro convívio fraternal, permanecendo, de um lado, uma mãe infeliz, insatisfeita, frustrada e, no mínimo, de saco cheio que, em sua maioria, ou se torna permissiva ou cobradora, sem qualquer conotação de equilíbrio entre as duas extremidades educacionais e, assim, jamais se tornando uma orientadora consciente, pois os laços emocionais são constantemente abalados em sua mais profunda estrutura, justo pela infelicidade estrutural de si própria, o que normalmente coloca a relação em constante choque no período crítico das transformações físicas/emocionais quando seus filhos adentram na adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o filho permanece semi-obediente, enquanto o poder físico e o mando emocional o supera, rebelando-se tão logo encontre uma brecha de fraqueza, o que a criança é extremamente sensitiva ou quando adentra em seu período biológico de profundas alterações, onde o bom senso avaliativo quanto ao poder de domínio é absorvido pela própria busca de identificação pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste capítulo, a figura da mãe é realçada na medida em que foi nela que a religião focou a imagem da Virgem, Mãe do Filho de Deus, santificando-a, o que se por um lado fez com que a mulher passasse a ter uma representação sócio religiosa e, portanto, sublimamente colocando-a como uma guardiã da moral e dos bons costumes, exaltando sua grandeza de santa, por outro, condenou-a a uma quase que perpétua submissão a todo e qualquer direito em expressar-se fora dos redutos domésticos, punindo-a severamente se ousasse furar o bloqueio dos conceitos morais, dos quais como guardiã, deveria dedicar-se, preservando e protegendo até mesmo com a morte em favor dos filhos e do lar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em momento algum foi pensado, ponderado que a maternidade poderia não resumir as aspirações dos sentidos e mente de uma mulher, o que significa que apesar da aparente consideração de elevar a mulher a um patamar de “mãe do poderoso”, a igreja tão somente fez dela o que sempre fez, um zero à esquerda, algo a ser manipulado sem maiores valores a serem considerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma dedução feminina, baseada tão somente em algumas leituras recorrentes à mulher em suas atuações psico-social, sócio cultural, político social que induziu a uma conclusão de fácil constatação ainda nos dias atuais, onde a mulher rompeu barreiras, jogou por terra padrões, mas não ainda conseguiu livrar-se dos conceitos de santa ou puta, e tão pouco conseguiu fazer o homem enxergá-la como um ser parceiro de caminhada existencial, repleta de neurônios ativos, de sentidos aguçados e de um todo biológico que de tão perfeito ainda é capaz de gerar, inclusive, um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se vê são mulheres disputando por todo o tempo o direito de viverem suas vidas sem ora enlouquecerem frente a tantas responsabilidades que ao se liberarem trouxeram a si, ora mulheres profundamente frustradas por não terem tido o arrojo das liberadas, ora com mais assiduidade, mulheres perdidas em suas identidades emocionais sem saberem exatamente sequer o que esperarem de si mesmas, já que nada parece fazer muito sentido, já que esta condição de santa ou puta, ou a de puta-santa, não lhe permite enxergar-se como um ser absolutamente livre que ora acerta e ora se engana, nesta jornada de vida e liberdade, onde ser feliz e estar bem consigo mesma, deveria ser a meta prioritária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, como não consegue entendimento deste ponto da sabedoria universal, acaba copiando as demais, adequando-se às aparências já pré-determinadas e consequentemente se frustra e repassa através de suas vibrações, posturas físicas verbais e transparência emocional às suas filhas e filhos um registro defeituoso de si mesma e do que se buscar no exercício diário de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, sendo a mulher a exatidão da perfeição humana, fica-se então imaginando o poder desta constelação de luzes universais se ao invés de passarem seus instantes presentes copiando o homem, na tentativa de igualar-se, repetindo padrões já desgastados e em desuso como, por exemplo, querer provar por todo o tempo que é a santa do pedaço familiar e se enxergasse em sua própria grandeza e reproduzisse esta descoberta em atitudes que apenas refletissem a sua autêntica satisfação em estar experimentando a cada segundo bendito de vida, instantes de realização pessoal, certamente, aí, conseguiria trazer para si seus filhos, assim como todo e qualquer ser humano à sua volta, porque tal como a tristeza e a infelicidade, a paz interior, a alegria em estar sentindo a vida e, portanto, a felicidade que dizem não saberem o que é ou que exista, se fará presente como um ímã poderoso, fazendo acontecer verdadeiros milagres no universo de todos nós, e aí, pode-se até dizer que através das santas mulheres grandes e fantásticas transformações ocorrerão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, não briguem comigo, pois este é apenas mais um ensaio de entendimentos, onde mergulho fundo na alma humana, querendo apenas compreender um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4716193544658737325?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4716193544658737325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/mamae-perfeita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4716193544658737325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4716193544658737325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/mamae-perfeita.html' title='Mamãe perfeita'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2830586501425432257</id><published>2011-08-14T20:09:00.006-03:00</published><updated>2011-08-14T20:26:32.168-03:00</updated><title type='text'>DÓCIL, ALEGRE, MUSICAL...</title><content type='html'>Em todas as vezes que subi em palanques para fazer discurso político, foquei minhas intenções e palavras no intuito de fazer com que uma centelha, por menor que fosse, fizesse com que as pessoas que me viam também me ouvissem, não apenas para votar neste ou naquele candidato com o qual eu estava ligada, mas à realidade cruel com a qual todos, inclusive eu, vivenciam sem que haja qualquer consciência cidadã.&lt;br /&gt;O processo de falência institucional vem acontecendo desde sempre, entretanto, nos últimos quase dez anos tornou-se expressivamente ofensivo, esmagando qualquer resquício de soberania democrática, travestido de um populismo envolvente e devastador.&lt;br /&gt;Como um povo dócil, alegre e musical fomos permitindo os excessos e com eles passamos a conviver, instituindo uma nova versão de posturas administrativas corruptas, enxergando-as como práticas absolutamente normais, afinal justificávamos à nós mesmos:&lt;br /&gt;- Sempre foi assim, pelo menos, agora, posso ver e saber quem é, pois nada mais fica escondido.&lt;br /&gt;Pois é... por não precisar mais sentir qualquer pudor em ser chamado de ladrão constitucional, popularizamos o descaramento, instituímos a banalização e, em dado momento, perdemos o controle do certo e do errado, misturamos os objetivos com os quais cada instituição deveria honrar os direitos civis e chegamos a este pandemônio administrativo e consequentemente social em que nos encontramos hoje.&lt;br /&gt;Há algumas eleições deixamos de estar com esperanças para simplesmente cumprirmos uma obrigação, sem que haja qualquer consciência cívica ou respeito a este ou aquele candidato.&lt;br /&gt;Na realidade, nunca o voto de cabresto esteve tão expressivamente atuante, quanto de 2002 para cá.&lt;br /&gt;As amarras que aprisionam as melhorias sociais são justamente os recursos assistencialistas que induzem ostensivamente a perpetuação da carência intelectual e do flagelamento democrático.&lt;br /&gt;Afinal, o governo federal com a mão supostamente esquerda oferece a caridade e com a mão menos suposta direita retira sistematicamente os direitos mais que básicos com os quais qualquer cidadão brasileiro poderia alcançar dignidade e cidadania.&lt;br /&gt;Instituiu-se o individualismo, o oportunismo, a cara de pau.&lt;br /&gt;Fizemos nascer as celebridades políticas, travestindo as velhas práticas e dando a elas expressão cênica e palco definido e permitindo que cada uma delas criasse seu próprio personagem.&lt;br /&gt;Somos um povo dócil, alegre e musical, mas de tempos para cá, também somos um povo desesperançado, não enxergando qualquer solução que reverta este quadro melancólico ao ponto de simplesmente sequer crermos que eles ainda existam, além de transformá-los em mitos de épocas ingênuas e remotas, como se patriotismo, consciência política, civilidade e amor próprio tivessem data de encerramento.&lt;br /&gt;Fomos permitindo que o medo que nos foi imposto através das espadas afiadas de uma implacável ditadura militar nos conduzisse à apatia que nos faz silenciar frente aos abusos constantes, sufocantes e afrontosos de uma ditadura civil, antimoral, decência e bons costumes, onde cada cidadão iludido com a mansidão e com o ouro dos tolos, sem sequer percebe que a espada continua afiada, ceifando a mesma democracia, que nem eu e nem você sabemos exatamente o que significa. Será este o grande responsável?&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2830586501425432257?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2830586501425432257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/docil-alegre-musical.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2830586501425432257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2830586501425432257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/docil-alegre-musical.html' title='DÓCIL, ALEGRE, MUSICAL...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7387858712660767615</id><published>2011-08-05T09:16:00.002-03:00</published><updated>2011-08-05T09:16:38.340-03:00</updated><title type='text'>SOMOS BEM MAIS</title><content type='html'>Até a alguns anos atrás, apesar de todas as informações sensitivas que me foram repassadas na infância e adolescência, confesso que, envolta nos apelos sistêmicos, deixei as circunstâncias cotidianas direcionarem meus passos, sonhos e desejos, e com esta alienação existencial, verdadeiramente, acreditava que estava oferecendo à vida, às outras pessoas e a mim mesma tudo quanto havia de melhor.&lt;br /&gt;Ah! Como eu estava enganada...&lt;br /&gt;Ah! Como eu não sabia de nada...&lt;br /&gt;E então, pensando agora nisto tudo, que pode parecer pouco, mas que devorou anos preciosos de vida em que eu deveria estar sentindo a vida sem tantos compromissos e emoções absolutamente dispensáveis, sinto que sou um alguém muito agraciado pelas energias deste universo fantástico, porque, afinal, suplantei os obstáculos para tão somente constatar que viver é muito mais que apenas querer ser isto ou aquilo, pois de nós ela só espera bom senso para usufruir, bem devagar, todos os sabores, aromas e toques que fazem de nós pequenas e deslumbrantes moléculas que se expandem, irradiando as luzes que por si mesmas nos oferecem o sentir que compreendi ser capaz de nos abastecer de tudo o mais que venhamos a querer usufruir nesta breve, mas espetacular viagem, onde temos um nome e uma aparência distinta, mas que na realidade somos, apenas, mais um elemento em um contexto somatório.&lt;br /&gt;E pensando assim, olhando através da janela e enxergando o sol, aspirando os aromas e ouvindo os pássaros, desejo a vocês um dia repleto de paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7387858712660767615?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7387858712660767615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/somos-bem-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7387858712660767615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7387858712660767615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/somos-bem-mais.html' title='SOMOS BEM MAIS'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3200047100939994716</id><published>2011-08-03T10:16:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T10:43:00.982-03:00</updated><title type='text'>Deus na Humanidade</title><content type='html'>Em dado momento, deixei de professar a religião na qual me eduquei, isto já faz muito tempo.&lt;br /&gt;Vez por outra, busquei reencontrar a fé, fosse nessa ou naquela outra e nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Incomodada, por nada sentir, além de constantes interrogações, pus-me, então, a acreditar que professar uma religião é estar sempre esbarrando nos mistérios, no não explicado e, consequentemente, jamais entendido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha natureza curiosa queria mais, não me bastando acreditar, pensei, então, que eu não cria, nem nisto e tão pouco naquilo, permanecendo meio solta, culpando-me pela arrogância de crer que não cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passei a olhar para as pessoas querendo e buscando um Deus cuja semelhança lhes convinha e novamente o nada surgia e culpava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Percebi, assim, que eu cria, justo no não crer da fantasia, recusando-me a enxergar Deus tal qual ele se exprimia, fosse através do sol, da chuva ou da melancolia que me invadia o ser ao constatar doída, que ele só existia na alma de todo aquele que, em busca dele, persistia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E no desejo de tê-lo e de entendê-lo, sequer percebia que com ele eu convivia, através dos sentidos que tudo registravam, processando o óbvio que a vida ostentava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exercitei o não crer no Deus do ilusório, vivenciando um Deus que eu imaginava fora dos templos determinados, e aí compreendi, absolutamente encantada, que havia um templo em mim que o abrigava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E neste vai e vem de busca e liberdade, me senti um Deus e enxerguei Deus na humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comecei em prosa, terminando em poema, esta prosa amiga que travo comigo mesma, recomendando a todos que lerem esses escritos, que fujam do Deus que não encontram em si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3200047100939994716?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3200047100939994716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/deus-na-humanidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3200047100939994716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3200047100939994716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/deus-na-humanidade.html' title='Deus na Humanidade'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7247233448557436865</id><published>2011-08-03T10:15:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T10:42:35.808-03:00</updated><title type='text'>Palheta e Caneta</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Em 1998, ao reduzir a velocidade do carro em determinado quebra molas, um garoto com a mão estendida e nela contendo um saquinho, perguntou-me:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;- E ai, minha avó, vai hoje umas jabuticabas fresquinhas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Chocada, parei mais adiante no acostamento e imediatamente olhei-me no espelhinho do quebra sol e acredito ter ficado ali, estática, me observando por um longo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Deus! Pensei. Envelheci e nem percebi!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Hoje, passados 13 anos, constato que vêz por outra me lembro deste episódio e que em todas as vezes, busco um espelho que esteja mais próximo, pois preciso constatar o quanto, apesar de ter envelhecido ainda mais, estou me sentindo ótima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Consolo? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Talvez um pouco, mas com certeza uma forma que encontrei de não ser mais surpreendida e, atenta, ir acompanhando mais carinhosamente o meu envelhecimento e, assim, cuidar para que seja saudável e que retrate, mais que rugas, mas acima de tudo, o meu interior, ainda repleto de vida, sem idade definida, sem estereótipo que o mascare.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Lembro-me que ao chegar em casa, escrevi o que considero, provavelmente, umas das minhas melhores crônicas. Confesso que no início da escrita, deixei rolar algumas lágrimas silenciosas, afinal aquela surpreendente revelação atingiu-me de cheio o ego fazendo-me acordar do sono da indiferença que eu, e qualquer pessoa, pode nutrir, até mesmo por proteção pessoal, frente à experiência limite de estar se aproximando da morte, com a qual nos sentimos impotentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt; Portanto, alienar-se com o passar do tempo é o mesmo que paralisar na mente este mesmo tempo, não enxergando o óbvio e o absolutamente natural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Quanto a morte, silenciosa, companheira que me acompanha desde o nascimento, fiz um trato amigável. Que me leve, quando chegar minha hora, mas enquanto isto não ocorrer, vou eu fazendo a minha hora, olhando-me no espelho e focando felicíssima aquela jovem sonhadora que se reflete e que tem muito ainda por realizar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Contudo, cá entre nós, afinal, envelhecer ainda assim é uma merda, e aí, só nos resta colorir. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Não é mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;Esperta e artista, conservo a palheta, as tintas e os pinceis, fazendo dos dias sucessivas aquarelas, e com a caneta e o papel, fazendo da morte mil poemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; line-height:115%"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7247233448557436865?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7247233448557436865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/palheta-e-caneta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7247233448557436865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7247233448557436865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/08/palheta-e-caneta.html' title='Palheta e Caneta'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6102021329253996888</id><published>2011-07-12T18:32:00.001-03:00</published><updated>2011-07-12T18:32:23.124-03:00</updated><title type='text'>Apresentação Encerramento 1º semestre Filosofia Campos Amargosa</title><content type='html'>&lt;p&gt;A princípio, como profissional que fui e ainda sou na área das comunicações sociais, especificamente como publicitária e jornalista, absolutamente estreante na área da filosofia, pensei que entre ambas as atividades, quase nada havia em comum.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-QaIDM2130RE/Thy817AWrJI/AAAAAAAAASY/gauwUeSa8A4/s1600-h/p1%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p1" border="0" alt="p1" src="http://lh3.ggpht.com/-TVXnxXvPXcU/Thy83r-AuJI/AAAAAAAAASc/bi9aRHaVNTA/p1_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;No entanto, logo neste primeiro semestre, aqui no CFP, pude constatar que, ao contrário, haviam itens totalmente interligados, porque, afinal, ambas tratam em primeiro plano do homem em sua infinita capacidade criativa, na sua potencialidade física e no seu complexo, espantoso e surpreendente, aspecto intelectual e emocional, frente ao cosmo, enquanto existência, em meio ao cotidiano, enquanto convivência, seja com os demais, no que se incluem animais e meio ambiente, seja com ele mesmo, enquanto um ser único.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-pRhCeBfaLvk/Thy87X7BbDI/AAAAAAAAASg/dMHjdcIRCL8/s1600-h/p2%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p2" border="0" alt="p2" src="http://lh5.ggpht.com/-LfDTQj3zonk/Thy88sSeHiI/AAAAAAAAASk/VsXhC34DA5k/p2_thumb.jpg?imgmax=800" width="172" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A partir desta conscientização, nós, alunos do primeiro semestre de filosofia, buscamos mostrar através deste informativo os aspectos humanos, sociais, simbólicos e econômicos que a tradição junina exerce junto à comunidade de Amargosa, realçando seu aspecto cultural, evidenciando sua importância não só na região do recôncavo, como no estado e no país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-hhiV5Ew0_T4/Thy8_wR_ZCI/AAAAAAAAASo/e7k_q7GmXaA/s1600-h/p3%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p3" border="0" alt="p3" src="http://lh5.ggpht.com/-0fEK-Aw1TKk/Thy9A4PBcoI/AAAAAAAAASs/5Q5_TSDl7pk/p3_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Neste ano, o tema escolhido foi: O São João da Sustentabilidade, que desenvolvemos sob a supervisão preciosa do professor Dr. Wilson Correia, focando o povo, sua cultura e sua participação nos festejos, atraindo pessoas, inclusive do exterior, pois há anos tornou-se impossível falar de festas juninas sem se ter como referência o São João de Amargosa em toda a sua estrutura de alegria, qualidade e participação popular.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-zY7M0GELAU8/Thy9Er5cktI/AAAAAAAAASw/wzmZsnn3RR4/s1600-h/p4%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p4" border="0" alt="p4" src="http://lh4.ggpht.com/-w_hOwtBlt8Q/Thy9GFzfKmI/AAAAAAAAAS0/T1WV4fY_cno/p4_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, nós, alunos do primeiro semestre do curso de filosofia, não poderíamos deixar de registrar uma parte significativa desta tradição da cidade de Amargosa, onde estamos instalados e como baianos, goianos, paulistas, cariocas, demonstramos nosso orgulho de estar usufruindo deste precioso pedacinho de Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-Qe3FUmdVQPQ/Thy9JzSCtKI/AAAAAAAAAS4/5RR5QwGkU2E/s1600-h/p5%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p5" border="0" alt="p5" src="http://lh6.ggpht.com/-f0C-PZ9kkrU/Thy9K8GuDZI/AAAAAAAAAS8/CyB1JKp3Kew/p5_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Gostaríamos, também, de aproveitar esta oportunidade para agradecer a Deus e ao universo de estar cursando esta universidade federal em um país progressista, mas ainda carente em se tratando de educação e oportunidades. Agradecer a honra de termos sido orientados por um grupo de professores de primeira grandeza nas pessoas especificamente do primeiro semestre de:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Prof. Wilsom Correia – Filosofia da Educação&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Gilfranco Lucena dos Santos – Filosofia e Ciência&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;José João Neves Barbosa Vicente – História da Filosofia Antiga&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marcelo Santana – Antropologia Filosófica&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jarlee Salviano – Lógica&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Giovana Temple – Introdução aos Estudos Acadêmicos&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-MM_r7OCb60E/Thy9OnMhkvI/AAAAAAAAATA/jClNnTGz14M/s1600-h/p6%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p6" border="0" alt="p6" src="http://lh6.ggpht.com/-YyHRl5rBmyk/Thy9PzK6ecI/AAAAAAAAATE/gw46W1B9xu0/p6_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estes, foram os profissionais que se tornaram parceiros e que certamente nos ofereceram a base e a inspiração para que sigamos até o final deste curso, cientes de que devemos extrair de nós tão somente o melhor, porque estaremos nos preparando ao longo dos próximos três anos e meio, para sermos mestres de mentes jovens ainda em formação e que merecerão, de nós, sólidos conhecimentos e respeito ético ao ato de ensinar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-TPWlXefMX5w/Thy9TYqrhcI/AAAAAAAAATI/aTZvGgfLSLw/s1600-h/p7%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p7" border="0" alt="p7" src="http://lh6.ggpht.com/-8XEQ5soWTfc/Thy9UqBPN3I/AAAAAAAAATM/mhk7vOiTkh4/p7_thumb.jpg?imgmax=800" width="173" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-WxEw1RarwvQ/Thy9YQZJyDI/AAAAAAAAATQ/Yh9ybfiAZg0/s1600-h/p8%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="p8" border="0" alt="p8" src="http://lh3.ggpht.com/-WVUmbIUcUu0/Thy9ZSs9l3I/AAAAAAAAATU/pYYWsp___Fw/p8_thumb.jpg?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um agradecimento especial ao Prof. Emanuel, coordenador do curso de Filosofia, pessoa e profissional querido por todos nós pelo seu carisma e competência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A todos os presentes, um obrigado em nome dos alunos da sala 103.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6102021329253996888?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6102021329253996888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/07/apresentacao-encerramento-1-semestre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6102021329253996888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6102021329253996888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/07/apresentacao-encerramento-1-semestre.html' title='Apresentação Encerramento 1º semestre Filosofia Campos Amargosa'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-TVXnxXvPXcU/Thy83r-AuJI/AAAAAAAAASc/bi9aRHaVNTA/s72-c/p1_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6291598252591510050</id><published>2011-07-06T10:40:00.006-03:00</published><updated>2011-07-06T12:50:33.040-03:00</updated><title type='text'>SEM MÁGICA</title><content type='html'>Quando tudo parece estar dando errado e em meio a um turbilhão de aborrecimentos, conseguimos encontrar saídas estratégicas ou simplesmente nos mantemos serenos, este é um sinal evidente de que estamos valorizando mais harmoniosamente os nossos instantes presentes.&lt;br /&gt;Quando nos irritamos ou nos sentimos violados no que consideramos ser o nosso espaço e ainda assim, somos capazes de reconhecer em nossas posturas retaliatórias que fomos além do devido, justificadas pelo fato de que estávamos nos sentindo ofendidos, neste momento, estaremos nos humanizando, pois colocamo-nos no lugar de um ser que pode estar errado na medida de seu próprio espaço ou até mesmo equivocado, quanto a interpretação das posturas físicas ou verbais do outro.&lt;br /&gt;Portanto, a palavra mágica que reflete o nosso equilíbrio de pessoa racional e emotiva é: harmonia que, somente é absorvida em toda a sua extensão se for compreendida, lenta e gradativamente, através de exercícios respiratórios que devem ser feitos conscientemente entre a ação e a reação.&lt;br /&gt;Em um suspiro profundo, o ar, agirá no todo físico e mental, como uma ação higienizadora, pois nestes instantes de pausa, o raciocínio brota mais claro, evidenciando os pontos básicos à serem considerados, tornando possível uma avaliação mais segura, sem que haja a interferência do emocional que tende a ser passional.&lt;br /&gt;Entretanto, nada neste relato é instantâneo em termos de apresentação final, ao contrário, é preciso tempo, disposição e acima de tudo, intensão de querer verdadeiramente usufruir  a vivência cotidiana, sem que haja tantos altos e baixos à cada momento que afinal, desgasta, enfraquece e certamente abrevia o espaço de tempo existencial.&lt;br /&gt;Portanto, não existe mágica nas mudanças comportamentais à favor da preservação da vida com mais qualidade e sim, a vontade voluntária que existe no consciente de cada ser humano e que precisa ser despertada, através do reconhecimento  de que a vida é o único e insubstituível bem de que se dispõe, com o qual tudo o mais passa então, a ter o seu merecido valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6291598252591510050?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6291598252591510050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/07/sem-magica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6291598252591510050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6291598252591510050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/07/sem-magica.html' title='SEM MÁGICA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4638366310794621382</id><published>2011-06-14T01:29:00.001-03:00</published><updated>2011-06-14T01:31:40.546-03:00</updated><title type='text'>OLÁ, BOM DIA !</title><content type='html'>Amanhece o dia e cá, já estou eu, as voltas com os meus escritos.&lt;br /&gt;Penso então, que este hábito diário, foi à forma que encontrei, de saudar a vida em seu recomeço, a cada amanhecer.&lt;br /&gt;Tento buscar na memória a partir exatamente de quando, comecei a dar bom dia à vida, mas sinceramente, não consigo lembrar, ficando com a impressão, de que isto, ocorre, desde sempre.&lt;br /&gt;Gosto de abrir a janela e sentir o frescor de uma ainda madrugada.  Amo poder, receber silenciosa, os pássaros que em bandos se chegam, fazendo suas festas matinais, até mesmo não se intimidando em amanheceres chuvosos.&lt;br /&gt;Nestes casos em particular, deleitamo-nos com o cheirinho de terra molhada, da grama fresquinha, dos coqueiros gotejantes, do orvalhar de cada flor, que podemos usufruir.&lt;br /&gt;Gosto de poder apreciar, através da janela, o dia ir se abrindo pouco a pouco, fazendo-me lembrar de minha própria vida que, também pouco a pouco, sem qualquer trauma ou precipitação, foi se abrindo para os novos, sempre surpreendentes.&lt;br /&gt;Gosto de  apreciar o sol, ora tímido, ora afoito, ir se apoderando das flores, folhas e frutos, enxugando-os com seu  poderoso manto dourado, fazendo-me de repente, levantar e ir me render ao seu fascínio, deixando-me agasalhar por ele em uma entrega espontânea, tal qual foi com  cada uma de minhas entregas por esta minha vida à fora  que,  de tão gratificantes, se tornaram eternas.&lt;br /&gt;Que maravilha é viver!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4638366310794621382?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4638366310794621382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/ola-bom-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4638366310794621382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4638366310794621382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/ola-bom-dia.html' title='OLÁ, BOM DIA !'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6598575467744362025</id><published>2011-06-14T01:27:00.001-03:00</published><updated>2011-06-14T01:29:17.606-03:00</updated><title type='text'>O TEMPO PASSA</title><content type='html'>Parece que foi ontem… É assim que surpreendidos, constatamos que o tempo passou desde que, fizemos isto ou aquilo.&lt;br /&gt;Por total autoproteção, deixamos o tempo correr, dando a nós mesmos a impressão que não estamos percebendo, mas lá no fundinho, bem sabemos de sua velocidade, até porque, o físico alerta e o  espelho mostra, inexoravelmente cruel, as  marcas deste tempo sorrateiro que a ninguém perdoa.&lt;br /&gt;E aí, diante desta “suposta” surpresa, só nos resta o consolo do tempo já vivido, buscando nele, aqueles em que fomos absolutamente felizes. E se em meio a esta busca, formos invadidos por lembranças de tempos tristes, que, fechemos então os olhos, balancemos rapidamente a cabeça, espantando-as com veemência, porque afinal, se não podemos resgatar do tempo, tão somente, lembranças, que sejam pelo menos as boas, somente aquelas que nos fazem sorrir.&lt;br /&gt;Bem, estou escrevendo sobre  o tempo, porque hoje, foi um daqueles dias em que me olhei no espelho bem de pertinho, descobrindo novas rugas, medindo os pneuzinhos, apertando minha papinha, alisando meu pescoço, sentindo minha pele, minha vida, minha alma.&lt;br /&gt;Fixei-me nos meus olhos que, emocionados se umedeceram, talvez por um tempo, que eu quisera ter agarrado e não deixado passar. &lt;br /&gt;Mas ele passou... E em meio a está constatação um pouco melancólica, penso então que ainda bem, sinal de vida vivida, sinal de mais vida ainda à viver.&lt;br /&gt;Penso então, nas boas e saudáveis gargalhadas, que certamente ainda darei, pois se o tempo passou me fazendo velha, enrugando a pele, fazendo cair a bunda, deixou-me intacto o bom humor e uma imensa vontade de viver.&lt;br /&gt;Portanto, se o tempo é malvado e se sabe como ninguém, ser cruel, também sabe ser generoso, amigo e piedoso, me permitindo ainda de quebra, recordar mais que qualquer alguém, a fabulosa vida que já vivi.&lt;br /&gt;E como sou abusada, Jamais me satisfazendo com pouco, faço troça da velhice e sonho como uma jovem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6598575467744362025?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6598575467744362025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/o-tempo-passa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6598575467744362025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6598575467744362025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/o-tempo-passa.html' title='O TEMPO PASSA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3430745149701575008</id><published>2011-06-14T01:24:00.001-03:00</published><updated>2011-06-14T01:27:08.400-03:00</updated><title type='text'>MAIS UM ANO DE VITÓRIAS</title><content type='html'>Em abril de 2004, plantamos a primeira sementinha do Jornal Variedades no solo fértil ITAPARICANO, tendo em nossas intensões, desenvolver um trabalho sério, que nos propiciasse um ganho respeitoso, onde pudéssemos exercer a nossa profissão com dignidade, indo mais além, na proposição de nos transformarmos em um elo de comunicação entre os Municípios de Itaparica e Vera Cruz.&lt;br /&gt;Em um trabalho de diferenciação, fugindo dos padrões habituais de qualquer atividade comercial, buscamos nos inserir no seio da sociedade, antes de tudo como membros efetivos de uma enorme comunidade que é a nossa Ilha como um todo, que, respondeu imediatamente, nos acolhendo fraternalmente.&lt;br /&gt;Não houve um momento sequer em que nos sentíssemos, como estranhos no ninho, muito pelo contrário, fomos e somos a cada instante, alvos de apoio, solidariedade, reconhecimento e homenagens.&lt;br /&gt;Nesta linda trajetória de 84 edições, fomos conhecendo pessoas incríveis que certamente nos ofereceram a bendita oportunidade de nos fazer pertencer a este lugar espetacular e, a cada uma delas que com suas participações financeiras, possibilitaram a nossa existência como Jornal , agradecemos, rogando a Deus, forças para continuarmos com o nosso trabalho, assim como saúde para continuarmos a  merecer e desfrutar do prazer de morar e conviver nesta Ilha que aprendemos a amar como nossa também.&lt;br /&gt;Aqui, como cidadã, jornalista, escritora, mulher e socialista apaixonada, venho recebendo as maiores homenagens de minha vida, até mesmo, em 29 de Março de 2010, me eternizando honrosamente, como membro da academia de letras do Recôncavo baiano,ALER, ocupando a cadeira número 16, cujo patrono é o ilustre educador baiano, Ernesto Carneiro Ribeiro, assim como minha família que ao longo dos quase 10 anos  que por aqui aportamos vem recebendo o carinho e o apoio para que vivamos com a mais pura e decente, dignidade.&lt;br /&gt;E é por esta razão que subimos nos palanques políticos, sem ““ medo de sermos felizes “” e sem partidarismos exclusivistas, deixando falar mais alto os nossos corações de seres humanos apenas gratos que, desejam ajudar a construir um sistema político mais humano, fora dos padrões convencionais que, eleve a Ilha de Itaparica ao nível que ela merece, sendo alvo dos elogios pela grandeza que se permite construir e manter e pela altives, pioneirismo e grandeza de  seu povo e seus políticos.&lt;br /&gt;Desejamos e participamos o mais ativamente possível, unicamente para termos a alegria suprema de vermos os nossos jovens, recebendo reais oportunidades, assim como o nosso povo sendo naturalmente amparado nas suas mais primárias e fundamentais necessidades.&lt;br /&gt;É tão pouco o que se precisa fazer, mas ao mesmo tão complexo, fazê-lo.&lt;br /&gt;Cada editorial que escrevemos ou palavras que proferimos, na realidade é uma prece, um pedido de socorro, para que a providência divina, nos oriente a todos, principalmente aos líderes de nossa Ilha, para que a cada dia se tornem mais sensíveis e consequentemente mais atentos as prioridades de todos nós.&lt;br /&gt;Por mais veemente que nos coloquemos, sabemos de ante não que este é um processo de restauro, lento e gradativo, onde passo a passo e até mesmo cometendo excessos, vai-se cortando vícios e posturas inadequadas, aonde através dos votos individuais e da consciência cidadã, vai-se aos poucos separando os joios do trigo e se vá encontrando o equilíbrio necessário, aonde todos possam ganhar de uma forma justa e humana.&lt;br /&gt;Agradecemos, portanto, a tolerância pelos nossos palpites, pela audácia de nossas intromissões e acima de tudo, agradecer, por jamais nestes anos que se seguiram, terem fechados suas portas aos nossos apelos comerciais para que a variedade em sua familiar estrutura pudesse vir a público, transformando-se também passo a passo, entre erros e acertos, no arquivo histórico dos maiores acontecimentos, sociais e políticos, exclusivamente direcionado a Ilha.&lt;br /&gt;Dizer mais o que então, se não, muito obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3430745149701575008?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3430745149701575008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/mais-um-ano-de-vitorias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3430745149701575008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3430745149701575008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/06/mais-um-ano-de-vitorias.html' title='MAIS UM ANO DE VITÓRIAS'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4743508648954494325</id><published>2011-05-31T18:17:00.003-03:00</published><updated>2011-05-31T18:27:19.033-03:00</updated><title type='text'>Luz que se faz presente...</title><content type='html'>Este texto me foi inspirado no último domingo, 29, pela amiga Marlylda Barbuda, em sua belíssima palestra, na qual ela abordou o tema "Afetividade" como forma primeira e última de qualquer tipo de relacionamento agregador, desde o material até o cidadão.&lt;br /&gt;Tenho acompanhado, à certa distância, com imenso prazer o desabrochar de uma linda mulher que, diga-se de passagem, eu sempre enxerguei.&lt;br /&gt;Inteligente, perspicaz, lutadora, determinada e, hoje, com o orgulho pessoal necessário para se firmar como uma grande criatura humana, esteja onde estiver, fazendo seja lá o que for, como líder.&lt;br /&gt;Viver e estar permanentemente se reciclando, fazendo de sua permanência neste paraíso terreno uma glória de Deus.&lt;br /&gt;Agradeço, portanto, o privilégio de ter estado presente no primeiro encontro da ACIMTI - Associação Cidadã , Moralidade e Transparênjcia de Itaparica -, fazendo questão de me tornar uma associada, não só pela qualidade de seu corpo fundador, mas, sobretudo, pelo respeito e amor que tenho por Itaparica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4743508648954494325?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4743508648954494325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/luz-que-se-faz-presente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4743508648954494325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4743508648954494325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/luz-que-se-faz-presente.html' title='Luz que se faz presente...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-8248333047575354545</id><published>2011-05-25T16:32:00.021-03:00</published><updated>2011-05-30T18:39:30.899-03:00</updated><title type='text'>SOMOS, BEM MAIS ...</title><content type='html'>&lt;div&gt;O fundamental é a conscientização de se estar existindo, porque, a partir daí, não será mais possível retroceder, camuflando-se esta realidade até então sequer pensada.&lt;br /&gt;Perceber-se existindo é um despertar, onde se é então capaz de seguir um novo e, acreditem, surpreendente caminho, repleto de novidades, todas absolutamente pessoais, oferecendo subsídios, preenchendo os vazios, até então sentidos, para que se proceda a mais saudável das tarefas que é justo o de cuidar-se, amparar-se, lapidar-se a cada instante, para também, a cada instante, sorver a vida, não como uma interminável fonte de prazeres e satisfações lúdicas e fugazes, mas nas suas benditas alternâncias que fazem dos instantes presentes brindes à serem continuamente vivenciados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Digo-te, então, que reconhecer a vida é o mesmo que encontrar-se com Deus, não apenas nos cultos e rezas pontuais, mas a cada ato respiratório, a cada olhar amoroso, a cada sabor degustado, a cada aroma absorvido , a cada toque bendito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E neste exercício constante de não se permitir banalizar a vida, a criatura torna-se inevitavelmente um ser completo, onde a dor não fará morada, o vazio não existrá e a ansiedade frente ao desconhecido, passa tão somente a ser um gozo antecipado, apenas estimulador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Compreendes a grandeza do potencial humano, que aliada à grandeza da potência universal, se faz conhecida como"DEUS", que a partir daí se faz sentido, visto e ouvido e, portanto, inconfundível, porque se torna presente, ciente, reconhecível, através de cada ser humano em sua existência plena e, para tanto, basta querer despir-se das vestes surradas dos hábitos viciosos, onde a fuga é justo a passagem permanente para a alienação de si mesmo, cujo destino&lt;br /&gt;é a constante solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porque, afinal, estar vivendo é bem mais que respirar e bem menos que sofrer. É bem mais que adquirir-se coisas, é bem menos que nela não encontrar sentido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E aí, penso que enquanto insistimos em posturas viciadas, nosso corpo sofre, e o nosso DEUS chora!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-8248333047575354545?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/8248333047575354545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/somos-bem-mais.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8248333047575354545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8248333047575354545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/somos-bem-mais.html' title='SOMOS, BEM MAIS ...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-7386666985227237582</id><published>2011-05-19T23:38:00.007-03:00</published><updated>2011-05-19T23:54:56.720-03:00</updated><title type='text'>MAR</title><content type='html'>Sou rebelde, traiçoeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho ondas, sou o mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me esburracho nos rochedos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia e noite sem parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou razinho, junto a praia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E profundo em alto mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto sou perigoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto cá como acolá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que dizem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou leve para carregar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um baldinho de criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me leva a qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na praia, jogo o lixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que já despejaram em mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a maneira que encontrei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De pedir: Cuidem de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes, fico zangado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me aborreço pra valer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lanço alto minhas ondas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço, você correr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, que gente boba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só me sujam e não me vêem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois matando minhas riquezas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrem um pouco também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Livro FONTE DE VIDA - 1989 Editora arte Quintal&lt;br /&gt;Minha autoria, escrito para as crianças do ensino fundamental&lt;br /&gt;Noções basicas de ecologia e amor a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-7386666985227237582?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/7386666985227237582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7386666985227237582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/7386666985227237582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/mar.html' title='MAR'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-8548012405639783653</id><published>2011-05-18T09:29:00.012-03:00</published><updated>2011-05-18T15:50:52.345-03:00</updated><title type='text'>Nada é banal</title><content type='html'>&lt;div&gt;Quando se pensa que tudo já se viu, somos alertados através de novas experiências que nada, absolutamente nada, enxergamos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Isso é viver, mantendo permanentemente os canais receptivos abertos ao novo, ao surpreendente, ao inusitado, pois tudo a cada instante se renova, mesmo às vezes, mantendo a aparência de um velho conhecido, trazendo algo extraordinário, porque, afinal, nada é banal e tudo se recicla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acostumados somos a descartar o corriqueiro e a somente nos empolgarmos com o excêntrico e a abraçar o sedutor, isto ocorrendo, independentemente do nosso jeito de ser e de querer, que nos deixamos fisgar, quase sempre pelo poderoso contrário, sempre pronto a nos enganar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E na arrogância que nos é peculiar, fazemos calar os sentidos que, insistentes, mandam mensagens constantes a um consciente, já então solitário, dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Não se deixe enganar!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas ele, sem seu parceiro maior, se engana, pois entre o prazer e a dúvida, prefere se acomodar, dando asas então às cobras, sempre prontas a atacar, fazendo de nós, presas fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois da rápida e sorrateira picada, corre-se à secar o sangue e mais adiante, já com a ferida curada, fica restando a cicatriz, como mensagem ou lembrete, mas nem assim nos emendamos, porque a quase tudo, banalizamos, e ao tudo mais, abraçamos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-8548012405639783653?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/8548012405639783653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/nada-e-banal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8548012405639783653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8548012405639783653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/nada-e-banal.html' title='Nada é banal'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-8695038446121780698</id><published>2011-05-17T17:41:00.001-03:00</published><updated>2011-05-17T18:48:23.819-03:00</updated><title type='text'>LIXO EXTRAORDINÁRIO</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   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socorro em seu emocional, que foi abalado, busca no racional apoio consolador, antes que este se contamine e atue fora dos padrões adequados a auto-preservação frente a um social “impassível” que ela, criatura, por conhecimento próprio, instinto ou observação, sabe que não a perdoará, se não agir dentro dos padrões já estabelecidos, que é justo, buscar no aparente imponderável o que o ponderável já a condenou.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A partir daí, um bailado interno de argumentos camuflativos entra em cena e nada mais é real, além da absurda necessidade em proteger-se da ameaça visível de se permitir ser sensível e humanamente honesto e coerente com a sua natureza humana de um ser dotado de capacidade afetiva.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta é uma das características da “dor social” que permeia as escolhas e determina posturas, espelhando os perfis que são traçados de uma sociedade doente, cada vez mais triste, por se sentir dividida, sem amparo sustentável no interior de cada célula humana que a compõe.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quanto é maior é a ignorância educacional e intelectual, maior a cegueira existencial, assim como quanto maior for o abastecimento intelectual, maior é a fuga de si mesmo a uma realidade que, se enxergada, faz doer, pois traz a luz do consciente, as imagens de sua própria incapacidade de opor-se à brutalidade de sua racionalização à respeito da vida, sua, dos demais, que representam em um todo que, apesar de existir, a criatura se esforça em não sentir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A partir deste raciocínio, pondero a respeito do Documentário “Lixo Extraordinário”, buscando focar não o apelo emocional que obviamente o filme apresenta, tão pouco analisar o porquê de existir uma situação daquela natureza.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ater-me-ei às considerações que observei nas explanações que foram proferidas após a exibição do mesmo que, afinal, foram reveladoras, assim como bastante esclarecedoras, justamente porque foram resultado de uma imediata auto defesa, absurdamente necessária a todo aquele que a se ver na mesma situação apresentada no contexto exposto, espontaneamente corre em socorro de si mesmo, traçando eloqüentes desculpas pelo horror que naturalmente repudia, instintivamente não enxerga e vergonhosamente anula de sua realidade individual, engrossando assim o contingente de robôs existenciais, mas que em dado momento se sente na obrigação de justificar a si e aos demais, uma passividade e uma covardia, aliadas ao instinto que assimila impotência à uma conclusão e conseqüente racionalidade, frente à constatação do inimaginável, que se apresenta concreto, atuante e real.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E a cada discurso que se apresenta, vê-se a dor, as frustrações e o medo de existir, desfilando através de cada palavra proferida, permitindo ao observador atento, medir a extensão da ilusão que cada criatura absorve para si, na tentativa desesperada de se manter cega, para não ter que admitir que se vê e se sente um nada, sem propósitos maiores que justifique estar vivendo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Este é um procedimento mental que ocorre por todo o tempo, direta ou indiretamente, que é trazido a cada criatura humana no seu caminhar cotidiano e onde ele vai exercitando a defesa pessoal do não sentir, do não enxergar, do não ouvir, do não tocar e do não, finalmente, &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E aí, neste instante, lembro-me de Jesus ao afirmar:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Hipócritas!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Percebo, então, que a hipocrisia é tão somente o Lexotan no qual a criatura se ampara para camuflar sua ansiedade em não se livrar de mais uma culpa, até mesmo por não compreender a sua impotência que a leva ao aparente descaso que demonstra ao absurdo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O duelo de contradições se faz nítido, cruel, devastador, ao ponto de se comparado aos fatos reais apresentados pelo documentário, nada ficará a dever, pois o lixo interior que cada um se esforça em camuflar cai fedorento através das pseudas luvas protetoras das palavras proferidas e dos olhares, dos gestos e da concordância dos demais, ficando nestes instantes, claro como a nitidez da água pura de uma cascata, os fundamentos de um sem número de posturas compensatórias que se vão desenvolvendo através de uma luta interior que começa desde a mais tenra idade, entre o racional e o emocional, justo por jamais terem sido apresentados como irmãos e bons parceiros para trilharem juntos um mais suave caminhar, protegendo com tudo, seu corpo, sua morada, sem se esquecer do restante, que afinal é o “todo”, onde o conjunto do que representa o seu ser, sobrevive.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Equação de uma lógica que é refutada pela total ausência de subsídios apaziguadores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao final do evento, todos sorriem e tudo fica aparentemente igual no externo da convivência, mas na realidade, tudo se alterou, pois não se esconde o que se fez visível, sentido e assimilado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-8695038446121780698?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/8695038446121780698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/lixo-extraordinario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8695038446121780698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8695038446121780698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/lixo-extraordinario.html' title='LIXO EXTRAORDINÁRIO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' 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disfarçado na aparência, pode causar muita dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na arrogância que nos é peculiar, fazemos calar os sentidos, quanto às avaliações, liberando nossas almas ao abraço com o engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando isso acontece, dobramo-nos de dor e quase sempre é no cotidiano, abandonado e não sentido, que encontramos as benditas margens contentoras que nos amparam e nos fazem voltar a sorrir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4135667584886644456?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4135667584886644456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/poder-infinito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4135667584886644456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4135667584886644456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/poder-infinito.html' title='BENDITO COTIDIANO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-5903499525882037016</id><published>2011-05-13T16:22:00.001-03:00</published><updated>2011-05-13T16:24:12.734-03:00</updated><title type='text'>A ILHA DE ITAPARICA NO “FANTÁSTICO” E NÃO A FANTÁSTICA ILHA DE ITAPARICA</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    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justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Na verdade, fomos nos habituando a conviver com estes aspectos sórdidos em nossa política brasileira como se fossem práticas normais, impossíveis de serem combatidas e, assim, cada um de nós foi incorporando cada qual no seu grau de ambições pessoais ou de conformismo, o que ao nosso entender, já não tinha ou tem solução.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Por várias ocasiões fiz denúncias, recebi denúncias, lamentei as constatações, busquei solidariedade e, em todas, indubitavelmente, ou coloquei-me em risco de revanches criminosas ou permaneci solitária, não recebendo apoio nem dos denunciantes, ficando então a lamentar no vazio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;É preciso que encaremos a realidade de nossas posturas, focando o nosso grau de responsabilidade frente a estes e a outros tantos desmandos dos quais nos acomodamos, aceitando calados os jugos da prepotência e da mais cruel das violências, que é justo a velada, encoberta por tapinhas nas costas, sorrisos fáceis e discursos vazios, miséria nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Penso, então, que somos todos tão ou mais culpados do que os políticos que elegemos, afinal, nós os colocamos onde estão com a força descomunal de nossos votos individuais e somos nós que os mantemos com a força sufocadora de nossa falta de ética pessoal em sequer respeitarmos os nossos direitos de cidadãos brasileiros (itaparicanos, goianos, pernambucanos, cearenses ou mineiros, etc.).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Não seríamos nós cúmplices efetivos e conscientes destes criminosos elegantes através de nossa omissão, covardia ou por termos ou estarmos de alguma forma levando alguma vantagem, seja na redução dos impostos municipais, fornecimento de algo para as prefeituras e câmaras, seja pelo emprego que conseguimos fora dos padrões de contratação oficial, seja pelo status de podermos nos dizer “amigos” de alguns deles, seja pela vaidade de nos tornarmos pessoas de destaque e poder ser fotografados aos seus lados como se eles fossem diferentes do ladrão que invade nossos negócios e residências, como os estupradores e pedófilos que adoramos condenar nas rodas que formamos nas esquinas e salões?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Não seriamos nós como eles, por os mantermos em suas mordomias tão hediondas quanto?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Mas se quisermos reduzir esta absurda e imensa quadrilha de abusivos criminosos às esferas administrativas, pensemos então em cada diretor, coordenador, nutricionista, psicólogo, assistente, merendeira e etc. que convivem calados com a vergonha em dispensar alunos por falta de merenda, sabendo que a verba está sendo desviada e além da sobra mal aplicada?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Como chamar classes de “profissionais”, pagos com o dinheiro público, que em uma absurda inversão de valores éticos, posturais e conseqüentemente decentes, se calam frente a todos estes desmandos de mandato em mandato e não se unem para dar um basta neste crime imperdoável?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Onde estão as procuradoras do estado, do município que, a priori, penso eu, na insignificância de meus entendimentos sociais, serem independentes em suas fiscalizações, exemplo de correção e ética?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Onde estão os juízes, desembargadores, etc.? Onde estão os mais letrados, formadores de opiniões, elites de cada cidade mergulhados nestes desmandos, hoje espelho da vergonha nacional?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Onde estão os empresários e candidatos a cargos políticos?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Onde estão os líderes comunitários, presidentes das associações?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas, acima de tudo, onde estão os Direitos Humanos, que correm a socorrer bandidos e deixam morrer de fraqueza e inanição, no físico e no caráter, toda uma geração ainda infantil?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Onde estão os paladinos da justiça social que se empenham tanto nisto e naquilo para se manterem em cadência e saciarem suas vaidades e não enxergam o crime dos crimes, que é justo permitir que a fome, a miséria, a omissão, roubo e pouco caso, mantenham reféns da miséria física e emocional aquele ou aqueles que moram a seu lado nos casebres e nas barracas, nas favelas ou comunidades, como de tempos pra cá tornou-se politicamente desigual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ética, princípio, primeiro e último que estrutura, mantém e impulsiona a vida de quem se intitula cidadão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Cidadão?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Será que ainda existe? Ou foi substituído lenta e gradualmente por cartões assistencialistas, empreguinhos de merda, que fazem pais, tios e irmãos autoridades, e um povo em geral aplaudir vagabundos contumazes e ainda chamá-los de autoridades?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Onde estão os padres, pastores, líderes religiosos que não estruturam espiritualmente seus fiéis para, no mínimo, respeitarem a si mesmos, frente ao privilégio de terem sido escolhidos por Deus para estar vivenciando a grandeza da “vida”?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Somos todos seres políticos por natureza humana, já que precisamos, por inerência do cotidiano, a conviver uns com os outros, portanto, não nos cabe o papel subalterno da escravidão ou de nos sentirmos parte integrante de uma corrente infindável da vergonha de nossa nação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Portanto, ou você, enfim, todos nós que nos calamos diante deste horror, somos vergonhosamente aliados, cúmplices e, acima de tudo, mantenedores de todas as mazelas que de uma forma ou de outra, mais dia, menos dia, bate ou baterá à nossa porta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Na perda do respeito, nos resta a violência, pois nos últimos 30 anos, temos com fervor garantido nossos interesses pessoais e a certeza absoluta de que a cada futuro, alguém a quem amamos se perca ou perca a sua vida no tráfico ou em qualquer violência, fruto do desrespeito que mantemos com a omissão criminosa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Antes de jogarem pedras, pensem nisto... e em tudo que seus olhos foram acostumados a não enxergar e suas almas se permitiram aceitar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ao invés de levarmos ao mundo as imagens paradisíacas dos mais lindos locais, assim como a graça, a beleza e a hospitalidade de seu povo, deixamos que levassem a vergonha e a tristeza de não sabermos gerir, cuidar e amar a nossa fantástica Ilha de Itaparica.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-5903499525882037016?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/5903499525882037016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/ilha-de-itaparica-no-fantastico-e-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5903499525882037016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/5903499525882037016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/ilha-de-itaparica-no-fantastico-e-nao.html' title='A ILHA DE ITAPARICA NO “FANTÁSTICO” E NÃO A FANTÁSTICA ILHA DE ITAPARICA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4172375632640093818</id><published>2011-05-07T08:28:00.010-03:00</published><updated>2011-05-07T10:31:57.757-03:00</updated><title type='text'>UM DIA ESPECIAL</title><content type='html'>&lt;div&gt;Quem me conhece bem de pertinho, sabe que eu não sou muito chegada nestas datas marcadas pelo calendário comercial e religioso, no entanto, reconheço a necessidade que o mundo sistêmico tem de cada uma delas, mas reconhecer, não significa concordar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se bem que, ganhar presentes é sempre muito bom, assim como presentear a quem se gosta ou ama é muito gratificante, todavia, particularmente, prefiro fazê-lo induzida pela espontaneidade do meu querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, todos os dias, procuro dizer a alguém que o quero muito bem, que reconheço suas qualidades, que notei o quanto de beleza ele sabe transmitir ou simplesmente digo um olá, um sorriso franco, ou faço uma brincadeira marota, apenas para que ele saiba que ele existe para mim e que se brinco é porque gosto dele e que ele não me é indiferente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E neste meu interagir amoroso, recebo de volta, bem mais que ofereço, reconhecendo que estou sempre em dívidas com a vida em sua generosidade para comigo, presenteando-me por todo o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É, mas hoje é o dia das mães e dos muitos pais que também são mães e, das babás, professoras, enfim de todo aquele que colabora se empenhando com respeito à criança e o adolescente em seu desenvolvimento de ser humano e cidadão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A todos sem distinção um beijo carinhoso desta eterna sonhadora em ver um mundo mais humanizado e, portanto, respeitoso para o tudo e para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;--&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4172375632640093818?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4172375632640093818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/um-dia-especial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4172375632640093818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4172375632640093818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/um-dia-especial.html' title='UM DIA ESPECIAL'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-2504573896978216147</id><published>2011-05-06T17:23:00.002-03:00</published><updated>2011-05-07T10:26:45.368-03:00</updated><title type='text'>MARAVILHADA</title><content type='html'>&lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Em  muitas ocasiões, como agora, em que me encontro sozinha entre meus  livros e pensamentos, recordo, deixando meus olhos se umedecerem de  emoção, determinados momentos, em que simplesmente me vi  maravilhada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Então,  como sempre acontece, penso imediatamente no quanto a vida tem sido  generosa comigo, privilegiando-me com a sensibilidade em conseguir  enxergar a beleza incomensurável que reside na natureza e que me foi  constantemente ofertada, pelas circunstâncias vivenciais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Aqui  mesmo, nesta pequena cidade do recôncavo baiano, sem grandes atrações  além do famoso São João, diariamente, desço a ladeira de acesso a  faculdade, mirando e admirando o pasto que se estende adiante,  transportando-me a um certo estado de enlevo espiritual, onde me sinto  parceira de invisíveis fantásticos, repleto de sons e sensações cósmicas  que me induzem, por fração de minutos, crer que estou além do comum  cotidiano, sem transformar o real em desagradável em uma possível fuga  emocional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Nesses  instantes, sinto-me maravilhada, porque me sinto completa, repleta de  sensações vibrantes que fazem minhas pernas terem mais flexibilidade,  meu corpo mais energias e o meu todo de criatura humana, apenas comum,  ser envolvido em gloriosa paz, por estar tão somente existindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Hoje,  vou fazer minha primeira prova sobre Mitos e Filosofia Antiga. Confesso  que estou me sentindo um pouco &lt;span style="font-style: italic;"&gt;aperreada&lt;/span&gt;, insegura. Sensação que, na  realidade, é minha velha conhecida e que se faz presente em todas as  ocasiões em que o fabuloso desconhecido, bate à minha porta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Ainda  bem, que descerei a ladeira, inspiradora amiga que me aguarda  silenciosa a descortinar-me o belo pasto de relva fresca em meio a um  horizonte amigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Boa tarde à todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="" class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;--&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-2504573896978216147?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/2504573896978216147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/maravilhada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2504573896978216147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/2504573896978216147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/maravilhada.html' title='MARAVILHADA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3603985888646782040</id><published>2011-05-05T09:26:00.010-03:00</published><updated>2011-05-05T10:35:34.711-03:00</updated><title type='text'>APENAS SENTINDO</title><content type='html'>&lt;div&gt;Ao pensar em Jesus, e nestes dias ele muito foi lembrado através dos estudos que empreendi, penso no universo, enxergando-o como um todo infinito, onde meus olhos repousam e minha mente se ilumina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sinto-o, então, muito presente, não como um Deus, muito menos como um homem, acima de tudo como uma força, mais que uma referência, jamais como muleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Imagíno-o vez por outra como um mar, uma contínua nascente, uma forte tempestade, até mesmo como uma estrela entre tantas no firmamento à chamar-me atenção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas quando penso nele como uma brisa à arrepiar-me o corpo, tudo em mim se ilumina e então sou transformada em artista, fico quase uma poeta, me sinto uma artesã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E neste desfilar de emoções, agrupo letrinhas, formulo palavras, me estendendo em situações diversas, registro meus sonhos, exponho meus ais, retrato minhas lutas, refletindo meus presentes para que se tornem lembranças.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Bom dia a todos!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3603985888646782040?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3603985888646782040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/apenas-sentindo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3603985888646782040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3603985888646782040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/apenas-sentindo.html' title='APENAS SENTINDO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3988970052236882159</id><published>2011-05-05T08:03:00.010-03:00</published><updated>2011-05-05T10:32:04.867-03:00</updated><title type='text'>SÓ A MIM...</title><content type='html'>&lt;div&gt;Sigo os caminhos que se apresentam, na certeza absoluta de que me pertencem, não por determinismo cruel e aprisionador, mas pela atração natural que existe entre eu energia e minhas afinidades energéticas que permanecem neste universo, no qual me sinto inserida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, os detalhes que permeiam estes mesmos caminhos não podem ser atribuídos a qualquer tipo de terceirização, ficando em qualquer instância avaliativa, tão somente às influências das passadas de ordem sistêmicas, tendo como resultado final, minhas próprias opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seria mais fácil, mais humano, mais compreensível, transferir a quem quer que fosse meus desmandos e sofrimentos, minhas glórias, minhas alegrias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente, não devo, não posso, não preciso mais deste artifício alegórico para amenizar possíveis culpas, até mesmo por estar me sentindo feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porque eu devo, eu posso e, afinal de contas, eu quero.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E se não culpo a DEUS ou a quem mais pensar, pelas minhas dores e solidão, menos ainda, devo posso ou quero atribuir a qualquer outro minhas conquistas e vitórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ah! pensem, e com razão, que me tornei exclusivista, não repartindo nada que faz de mim o que sou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E pensem também que pode haver um enfado, conscientização doída, pelos méritos e deméritos que não computei para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;VISÃO REALISTA QUE COMPARTILHEI COM O AMIGO ODONTÓLOGO PARANAENSE, TAMBÉM PENSADOR CONTUMAZ , ADOLFO BARNABÉ DE SÁ FERREIRA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3988970052236882159?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3988970052236882159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/so-mim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3988970052236882159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3988970052236882159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/so-mim.html' title='SÓ A MIM...'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3734187539490887823</id><published>2011-05-03T13:38:00.004-03:00</published><updated>2011-05-04T09:24:26.433-03:00</updated><title type='text'>Metamorfose Consciente‏</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Os superiores caminhos que determinam os estágios pelos quais devemos trilhar, estão absolutamente ligados aos nossos históricos de escolhas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Estas escolhas, não surgem do nada como se fossem meteoros, na realidade, são pequenos fragmentos emocionais que criamos através de nossas experiências vivenciais, nem sempre determinadas por nós mesmos por vontade voluntária.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Permitir-se vivenciar estes estágios é um outro aspecto em que terá, necessariamente, que se coadunar com as expectativas momentâneas de cada criatura, assim como também tem haver com o grau de equilíbrio emocional de cada uma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Portanto, não é assim tão simples determinar o por quê desta ou daquela postura comportamental exercida no cotidiano particular de cada criatura humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Agora, a pergunta que se apresenta é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;- Pode-se alterar este histórico postural emocional em qualquer estágio em que se encontre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Digo-te que sim, desde que haja por parte do envolvido um firmamento de propósitos que nem  sempre se apresenta real e translúcido à propria criatura, dando lugar tão somente a fortes indícios de impulsividade, induzido por um emocional assim como por um racional conturbados, que não estão sabendo processar as informações sensitivas, fazendo o racional confundir-se e a induzindo a posturas aparentemente seguras, mas que, em sua maioria, representam informações contraditórias, fornecendo subsídios avaliativos falsos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;É preciso que se dê algum tempo avaliativo por parte do profissional envolvido, difícil de se precisar exatamente quanto, uma vez que esta percepção mais clara deve surgir expontaneamente na própria criatura envolvida no processo, que a notará na medita em que for reparando em uma substancial e explícita alteração física, pois não existem mudanças emocionais desassociadas de mudanças físicas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos até uma descompressão toráxica, assim como uma infinidade de outras percepções que serão notadas paulatinamente às mudanças  que forem ocorrendo&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt; &lt;/span&gt;nas posturas emocionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Para o profissional, serão evidentes estas transformações, pois haverá uma profunda alteração, a começar pelo olhar da criatura que estará menos agressivo e um leve adormecimento de pálpedras, seguidos de compassada respiração, se traduzirá em um novo estágio, onde a criatura começará então a adentrar em um novo horizonte de entendimentos avaliativos de si mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;A partir deste ponto, que é fundamental, ela estará pronta para começar a avaliar com mais precisão suas costumeiras posturas que lhe criaram desconforto físico e emocional e que, na maioria das vezes, a levou à situações extremas no convívio fosse familiar, de trabalho, social, amoroso ou em todos ao mesmo tempo, quando suas ações pessoais extrapolaram os limites do sentido convivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;Esta é uma tarefa quase que impossível de ser executada sem um apoio profissional, ficando o possível tão somente àquelas criaturas que disponham de um suporte de amparo afetivo que lhes permitam mergulhar em suas profundezas sem que haja, por parte deste suporte, limitadores de  paciência e compreensão, além de um prévio entendimento dos objetivos a serem alcançados, que, convenhamos, é quase improvável que exista, já que notoriamente cada criatura humana, apresenta suas próprias camuflagens de proteção e se veriam, em dado momento, ameaçadas em suas seguranças existenciais de criaturas humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;OBS: &lt;br /&gt;Parte de uma conversa entre dois queridos amigos, Emanuel, Carlos Curry  e eu, em uma discussão quanto às possibilidades em se resgatar nas criaturas, formas mais suaves de enfrentamento dos cotidianos de cada uma e da possibilidade delas, por si só, dedicarem-se a esta tarefa de regeneração de seu todo de criatura humana em harmonia com a vida que passa a sentir e&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;xistir de forma mais consciente&lt;/span&gt; de criatura humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 42, 42);font-family:'Segoe UI',Tahoma,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;--&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3734187539490887823?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3734187539490887823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/metamorfose-consciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3734187539490887823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3734187539490887823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/metamorfose-consciente.html' title='Metamorfose Consciente‏'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6435744658601360482</id><published>2011-05-02T10:27:00.001-03:00</published><updated>2011-05-02T10:29:36.044-03:00</updated><title type='text'>BENDITOS SABERES</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:officedocumentsettings&gt;   &lt;o:allowpng/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; 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Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Não houve nada que tenha me envolvido e encantado mais em minha vida que apreciar alguém que, no domínio de seu saber, fez minha imaginação mergulhar nos mares profundos e misteriosos das descobertas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Nesses momentos de profundo prazer, absolutamente nada é capaz de desviar-me de tamanho enlevo emocional, ficando como um ser hipnotizado, apenas sorvendo e admirando, aprendendo e desejando querer assim, também ser, naquela inveja saudável, gostosa que se apresenta como um orgasmo maior que creio deva ser também a recompensa maior de quem ali se encontra encantando a todos com sua erudição clara, desprovida da arrogância dos convencidos, mas convincente e altiva pela sua própria dignidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Fui um ser premiado ao longo de minha trajetória terrena, justo porque fui brindada em todas as minhas fases de desenvolvimento por criaturas brilhantes em suas áreas e, com as quais, aprendi tudo que sei, que reconheço nada saber frente a eles, mas que despertaram em mim o gosto pela observação do subentendido, do não claramente revelado que confesso ser fascinante e poderosamente envolvente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ensinaram-me com seus saberes espetaculares, o respeito ao saber até mesmo quando estes são contrários às minhas crenças pessoais, levando-me, antes da crítica, ao entendimento de novas visões, amparando-me na certeza de que liberdade sem educação, letramento e visão universal, simplesmente não existem, passando apenas a ser um instrumento de adestramento de um sistema social corroído pelas traças do arcaico e de uma racionalização burra e absolutamente cruel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Este, foi um mês maravilhoso para a continuidade de meu aprender, pois, conheci criaturas lindas, cada qual com os seus saberes específicos que enriqueceram os meus dias de maturidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Penso, então, no quanto aquela meninada, em sua maioria adolescentes recém saídos de um segundo grau, nem sempre bem estruturado, está tendo em poder desfrutar deste baú de tesouros de conhecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Penso que com suas mentes ainda limpas e espaçosas, o quanto podem absorver para aplicar em seus cotidianos de futuros profissionais como autênticos seres conscientes de seus ideais de pessoas que tiveram o privilégio, como eu, para despertar para o gosto inconfundível e absolutamente irresistível de quererem mais e mais aprender em relação à vida como um todo, identificando em cada detalhe natural ou simplesmente criado pelos homens com suas mentes talentosas, autênticos artesãos dos saberes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Rendo os meus respeitos e meus agradecimentos, fechando o mês de abril, dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;MARCELO, GIOVANA, GIL FRANCO, WILSOM, JOSÉ JOÃO, JARLEE,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;OBRIGADO!...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6435744658601360482?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6435744658601360482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/benditos-saberes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6435744658601360482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6435744658601360482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/benditos-saberes.html' title='BENDITOS SABERES'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3279886771081983596</id><published>2011-05-01T18:05:00.001-03:00</published><updated>2011-05-01T18:08:09.828-03:00</updated><title type='text'>PRECONCEITO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Quando decidi criar o meu próprio blog e, muito antes disso, escrever minhas colunas, editar livros e, entre tudo isto, falar em público e, além disso, ainda sentar-me em uma carteira de universidade aos sessenta anos, com toda a certeza previ pela experiência que fui modestamente adquirindo no convívio com meus semelhantes, ser necessário estar preparada para defrontar-me com as críticas.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Pois é, previ e não me enganei, ao contrário, cada uma delas &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;ajudou-me muitíssimo a pensar, refletir, alterar conclusões, enfim fez de mim o que sou hoje, uma pessoa livre, respeitosa e absolutamente consciente em meu papel de pessoa e cidadã participativa, sem qualquer resquício de medo em buscar o meu direito de pensar, ponderar e, acima de tudo, enxergar o mundo com minha própria visão sem receios infantis por estar me sentindo em meu pleno direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Fui percebendo também que, na medida em que eu conseguia respeitosamente discordar disso ou daquilo, fazia crescer em minha consciência uma maturidade em relação aos demais, na medida em que fui compreendendo os seus direitos inalienáveis de discordarem de mim, vendo neste bailado vivencial de convivência, a melhor e mais saudável escola de aprendizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Portanto, alguém disse algo mais ou menos assim:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;- Falem mal, mas falem de mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Porque, triste é para eu atravessar esta oportunidade única de vida terrena e nada realizar em prol daquilo que percebo estar deficiente à grande maioria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;E, notoriamente, o nosso sistema educacional carece de reformas urgentes, assim como acredito que somente as cabeças pensantes serão capazes de modificá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Portanto, antes de se enxergar em minhas palavras qualquer ato pequeno de críticas abusivas, vaidosas e sem sentido a quem quer que seja, que se entenda em minhas franquezas um grito de socorro a todos aqueles que verdadeiramente podem fazer a bendita diferença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“Triste é viver enxergando apenas as sombras da caverna”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;, como descreveu tão bem Platão, apenas para ser politicamente correta e me transformar ao longo desta minha vida em medíocre representante de uma raça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Reconheço que nada sei, tanto que não recuei frente a esta conscientização e concorri a uma vaga na universidade em igualdade de condições de meus bem mais jovens pares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Se consegui, assim como tantos outros, não foi para me tornar uma vaquinha de presépio nesta altura de minha vida e tão pouco para fazer fechar os meus entendimentos a respeito disso ou daquilo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ao contrário, quero mais e mais liberdade para aprender, acreditando que meus pares adolescentes venham a ser para este crescimento peças de infindáveis inspirações e que os meus perguntares, sejam para eles brechas de luz para que, de alguma forma, possam extrair também aprendizado, assim como espero que meus mestres consigam enxergar nesta velha senhora atrevida, que não aceitou colocar limites intelectuais em si própria, tão somente alguém muito feliz em tê-los lado a lado nesta bendita jornada de vida e liberdade, propósito primeiro e último de toda e qualquer filosofia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Bom dia!...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3279886771081983596?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3279886771081983596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/preconceito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3279886771081983596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3279886771081983596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/05/preconceito.html' title='PRECONCEITO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-6596625851252360023</id><published>2011-04-26T09:08:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:10:37.309-03:00</updated><title type='text'>APENAS SÓ</title><content type='html'>&lt;div&gt;Sozinha neste brejo de mundo, constato que nada sei, percebo que nada quero, sinto que tudo posso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho pela janela e nada vejo que me empolgue.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho cá minha varanda, meu verde, meus cachorros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sinto as flores e tão pouco, os tantos frutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não ouço o mar, nem a vitrola do vizinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas posso ver o céu, meu consolo, meu abrigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E dentre o pouco aparente que me sobra,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Existe a vida que teimosa me inspira,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A seguir em frente, rumo ao infinito que me aguarda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Impassível, mas ainda assim solidário,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesta jornada de vida e liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;--&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-6596625851252360023?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/6596625851252360023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/apenas-so.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6596625851252360023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/6596625851252360023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/apenas-so.html' title='APENAS SÓ'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-3729835210662466699</id><published>2011-04-14T22:51:00.018-03:00</published><updated>2011-04-26T09:04:59.842-03:00</updated><title type='text'>Continuação  - HAVIA TEMPO II</title><content type='html'>Como podem observar, continuo neófita em se tratando de computadores, internet e gramática, mesmo sendo tão curiosa, bisbilhoteira e pensante contumaz. Agora, por exemplo, publiquei sem querer um texto que não havia terminado e sequer corrigido e tudo que me reta é desejar que me perdoem por tamanha incapacidade, pois apesar de me considerar uma pensante, jamais consegui assimilar algo com o qual sinto não ter qualquer afinidade. E nessa história eterna de computar os meus foras, micos, ou sei lá o nome que hoje tenha, são bem conhecidos de meus amigos e seguidores, até porque sem eles eu verdadeiramente, não seria eu. Penso então, que talvez esta seja a minha marca registrada que é justo, não ter medo de ser feliz, jamais deixando de fazer ou dizer algo, por medo, vergonha ou porque não sou exatamente como esperam que eu seja. E pensando nisto, por que eu deveria ser assim ou assado? Como posso sofrer por ainda encontrar tempo para escrever um punhado de coisas, aparentemente tolas, mas que me cobrem de alegria, estejam elas dentro dos moldes ou não? Pois é... enquanto ao fundo escuto o som baixinho de uma linda canção, penso em tudo que escrevi, sem raciocinar sobre absolutamente, nada, mas e daí...Por que deveria se já são mais de 23 horas e estou raciocinando, pensando por um dia inteirinho, sem contar que não faltaram algumas amolações, contra tempos e etc, tal qual qualquer outro mortal ? Todavia ainda assim, produzo tempo, para agrupar minhas letrinhas neste exercício cotidiano de não permitir que o tempo me engula, sufoque ou anestesie. E nesta produção quase genética de pensamentos que extraio e computo como reserva de tempo e que me recuso dispensar, penso na minha saudosa Guapimirim, fonte de eterna inspiração, margens benditas que me permitiram até neste momento presente, abraçar a vida pensando carinhosamente, que ela me pertence e que nela tudo posso, tudo quero e em tudo que me atrai, penso. E se penso, então existo. Que maravilha! Plagio... mas e daí ? Afinal, não copiamos tudo e todos por todo o tempo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-3729835210662466699?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/3729835210662466699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/continuacao-havia-tempo-ii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3729835210662466699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/3729835210662466699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/continuacao-havia-tempo-ii.html' title='Continuação  - HAVIA TEMPO II'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-8786523667142694887</id><published>2011-04-14T22:36:00.007-03:00</published><updated>2011-04-14T22:50:02.267-03:00</updated><title type='text'>HAVIA TEMPO II</title><content type='html'>Pois é... na solidão deste meu quarto de república, buscando superar o vazio das coisas e das pessoas com as quais me habituei a conviver, faço o que mais gosto, penso. E nesse pensar contumaz percebo que as vezes incomoda a alguns, porque pensar leva aos questionamentos e estes, a busca constante de entendimentos, que nem sempre os demais, estão disposto a oferecer. Penso então que deva ser uma deformação genética que trago comigo como uma doença que se não condena a morte precoce, faz branquear mais cedos as madeichas, minhas e alheias, assim como faz borbulhar constante ansiedade por tudo querer entender, sem deixar escapar absolutamente nada em uma constante sede de mais e mais absorver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-8786523667142694887?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/8786523667142694887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/havia-tempo-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8786523667142694887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/8786523667142694887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/havia-tempo-ii.html' title='HAVIA TEMPO II'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-513311244268884562</id><published>2011-04-13T10:07:00.000-03:00</published><updated>2011-04-13T10:08:29.256-03:00</updated><title type='text'>TOLERÂNCIA  GENEROSA</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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 &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;- O que o amor tem a haver com a tolerância generosa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Creio que tudo, afinal, quando desenvolvemos a tolerância, automaticamente estamos fazendo um exercício duplo de amor, primeiro a nós mesmos, e depois ao foco a ser tolerado, lançando, sobre ele, toda a nossa capacidade respeitosamente compreensiva, frente ao entendimento de que no mínimo estamos diante de um ser ignorante, incapaz de perceber  a extensão de sua total inadequação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Continuarão a dizer:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;- Não seja ingênua, as pessoas sabem quando estão invadindo o direito alheio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Concordo, entretanto, se ainda assim o fazem é porque não conseguem mensurar suas próprias inadequações em relação a si mesmas e, como idiotas existenciais, expõem-se muitas vezes por nada, correndo riscos desnecessários, já que no seu cotidiano, certamente, devem existir outros tão ignorantes quanto ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E aí, bem... tudo pode acontecer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pois é, fiz o meu exercício de amor generoso ontem e, agora, aqui bem quietinha, pois a peça rara parece que ainda dorme, penso que talvez, em um rasgo de sorte, ele decida ler um livro, beijar na boca, ir a um barzinho, quem sabe sair com um novo bofe, se é que tem alguém que queira este traste e, quem sabe, me deixe dormir mais cedo nesta noite de quarta-feira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Penso, ainda, que se nada disto acontecer e eu tiver que novamente rolar na cama, que pelo menos ele não me faça ouvir os tais arrochas da vida que ele parece adorar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Que se inspire em algo melhor para exercitar sua ignorância sistêmica, seu apagão mental, sua abestalhação intelectual, porque afinal, generosa eu sou, mas  meu ouvido não é pinico para ser depósito da merda alheia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Que coisa, heim!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E eu ainda escrevo que viver é fácil!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecxmsonospacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vai nessa, vai...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-513311244268884562?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/513311244268884562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/tolerancia-generosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/513311244268884562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/513311244268884562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/tolerancia-generosa.html' title='TOLERÂNCIA  GENEROSA'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-4185134825442246650</id><published>2011-04-12T10:02:00.001-03:00</published><updated>2011-04-12T10:02:39.570-03:00</updated><title type='text'>HAVIA TEMPO</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif"; 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A vida parecia mais lenta, mais próxima de cada pessoa e, portanto, era de certa forma mais visível, nem que fosse um tantinho mais, digamos, íntimo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Na realidade, eu me sentia mais familiarizada com o que eu via ou sentia ou talvez, haja enganos de minha parte e tão somente por ser muito jovem, apenas absorvia dentro de um parâmetro mais poético e bem mais romântico do que a realidade se apresentava.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Não tenho condições de definir, neste instante, o tempo que havia em contraponto com o tempo que parece sempre faltar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Tudo que sei é que as coisas boas, gostosas de serem vividas, simplesmente em sua maioria, foram ou estão sendo sistematicamente cortadas do cotidiano em nome da pressa, da falta de tempo ou apenas por pura banalidade de não fazerem mais sentido nos tempos modernos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Olho nos olhos das pessoas, não importando aonde e as sinto tão solitárias...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;E aí, lembro de minha Ipanema colorida, de prédios elegantes convivendo harmoniosamente com a favela Praia do Pinto, do Clube Caiçaras, da AABB, do Monte Líbano, lugares de convivência após as aulas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; Recordo do Cine Pax, da Igreja e Praça Nossa Senhora da Paz, da Lagoa Rodrigues de Freitas, do Posto Onze, aonde  por 18 anos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;bronzeei minha pele e aprendi a amar o mar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O tempo parecia se estender, pois dava tempo para fazer de tudo um pouco.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dava até tempo para escrever poesias, compor músicas, pintar quadros, escolher, enfim, ser artista.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dava tempo de ir à escola, freqüentar  festinhas, fugir da policia nas passeatas e se tornar subversivo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Dava tempo de amar no escurinho, escolher assistir um filme no Drive-in, tomar um sorvete no Morais, pedalar pela Rua Barão da Torre e escutar na vitrola um novo som chamado Bossa Nova. Atividades dos anos 60, onde o tempo parecia maior ou talvez fosse a vontade de muito viver que fazia daquela geração, uma  exaltação à  paixão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Havia tempo para ler Carlos Drumond, Vinicius de Morais, RilKe e tantos mais que me ensinaram a gostar da formação que sempre é possível se dar às letrinhas para com elas expressar  sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Havia tempo para andar de ônibus, tirar onda com o carro alheio, ir aos bailes do Hotel Glória e assistir a querida Mangueira com seu verde e rosa brilhantes, desfilar na avenida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Havia tempo para não fazer absolutamente nada ou quando muito olhar à toda volta, absorta  com toda aquela maravilha que significava vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Havia tempo, para se dar o bom dia e &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;boa tarde, e  ambos se encontravam com o boa noite, fazendo assim amigos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Havia tempo para se dar sorrisos que abriam portas e escancaravam corações, assim como nutria a alma, trazendo felicidade, produzindo silenciosamente lembranças, que resgato agora. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/579917366053408283-4185134825442246650?l=natuexistencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://natuexistencial.blogspot.com/feeds/4185134825442246650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/havia-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4185134825442246650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/579917366053408283/posts/default/4185134825442246650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://natuexistencial.blogspot.com/2011/04/havia-tempo.html' title='HAVIA TEMPO'/><author><name>Regina Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02354046089343671504</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_lnsKl0NJ0Os/TJaOMth-4OI/AAAAAAAAAQE/wftleHbicDI/S220/mae.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-579917366053408283.post-867100852352411660</id><published>2011-04-11T08:49:00.002-03:00</published><updated>2011-04-11T08:57:19.300-03:00</updated><title type='text'>RECORDANDO ATÉ O SABUGO</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Fiquei pensando sobre o texto que escrevi na edição passada, na busca de um maior entendimento até mesmo de minhas afirmações em relação às possíveis críticas quanto ao fato de eu estar ou não qualificada para achar isto ou aquilo, cujas situações jamais foram por mim vividas diretamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se fosse assim, somente poder-se-ia ponderar, questionar e até julgar-se algo, baseado nas próprias vivências.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, concordo que em algumas situações é preciso que se dê um desconto avaliativo, afinal são tantas as implicações e complexidades que seria, no mínimo, leviano desconsiderar-se os agravantes de quem os vivencia in loco. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma mãe acaba de perder um filho e as pessoas dizem:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu sei como você está se sentindo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como? Por acaso, já perdeu um filho?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Posso sentir a dor da discriminação dos Gays, Negros, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- A fome é dolorosa, sei o quanto você sofre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todavia, existem milhares de outras situações em que embasados não só em estudos, observações e até vivência, as pessoas podem fazer avaliações bem próximas da realidade do outro, onde o bom senso, a lógica, as leis, a educação, a cultura e tantos outros fatores são os indicativos básicos e, portanto, norteadores à avaliações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Volto ao passado, precisamente aos anos sessenta, em que vivenciei a minha adolescência e penso no quanto o mundo evoluiu nestes quase cinquenta anos, assim como também foi destruído e no quanto a população mundial se multiplicou .&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Penso nos valores que foram soterrados, preconceitos combatidos, mas penso, principalmente olhando atentamente para trás, no quanto se sofria por infringirem-se detalhes comportamentais que tempos depois deixaram de ter qualquer significação, e pensando nisto, posso crer que o mesmo por consequência ocorrerá daqui a alguns anos, cada vez mais rápido, mas ainda assim não poupando sofrimentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O planeta vém a cada dia morrendo, já não tão lentamente, e nós, estas incríveis criaturas, continuamos com os mesmos hábitos e a mesma cabeça dura, estejamos nós seja lá em que local da pirâmide social, arrogantemente nos fazendo de entendidos, mas dando de ombros ao azar do futuro que, lógico, não será nosso e, provavelmente, nem de nossos filhos e netos, se a terra secar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que podemos avaliar, embasados nos estudos e no que somos capazes de observar no que já esta acontecendo, afinal,por todo o tempo, pipocam desastres da natureza que dizem ser naturais, e o são, na medida em que ela apenas reage às ações a ela infringidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Achamos que podemos avaliar os sentimentos seja lá de quem for, mas e daí se continuamos exatamente agindo como se fossemos cegos, surdos e mudos, crendo que somos os tais, mas absolutamente inconsequentes em nossas matanças indiscriminadas de vidas que propiciam vidas em um ciclo naturalmente ininterrupto que insistimos em interromper.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, ai, como não poderia deixar passar batido, penso no sistema educacional que, por tantas décadas, tem sido alvo de minhas constantes observações, nem sempre elogiosas, justo porque me sinto na obrigação de ressaltar que, no meu tempo de estudante de escola pública, inegavelmente o sistema de ensino, assim como a dedicação dos professores, eram absolutamente irrepreensíveis, e a prova disso era a excelência com o qual o ensino público era alvo de elogios e qualificações, o único senão eram que poucos tinham acesso a ele, tal qual às escolas dos ricos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda me lembro que, no Rio de Janeiro, com exceção de alguns colégios particulares, cujo acesso era restrito às famílias abastadas e que, realmente, possuíam em suas unidades a nata docente da época, nada, contudo, ficavam as escolas públicas devendo a estas instituições, excetuando-se tão somente os prédios majestosos, nos chiques uniformes, nas aulas alternativas e, é claro, roíamos as unhas de inveja dos enormes ônibus escolares que transportavam os alunos, que na época me parecia serem seres especiais, enquanto nós, consolavamo-nos com o velho lotação que sacolejava todo ou com o mais velho ainda bonde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em contra partida, éramos os bons, pois competíamos com igualdade de conhecimentos, nas dispu
